O brasileiro precisa de visto para entrar na Austrália, inclusive a turismo. O Brasil não participa do eVisitor nem da ETA, então o caminho para passeio e negócios é o Visitor visa (subclass 600), solicitado on-line pelo ImmiAccount, do Department of Home Affairs. Estudo, trabalho e residência têm subclasses próprias.
O sistema australiano é todo eletrônico e organizado por subclasses. Escolher a categoria certa e apresentar a documentação completa é o que separa uma aprovação de uma recusa.
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O visto australiano é a autorização que o governo da Austrália concede para um estrangeiro entrar e permanecer no país por um período e uma finalidade determinados. Todo visto é solicitado on-line, pelo sistema ImmiAccount, do Department of Home Affairs.
O brasileiro precisa de visto para a Austrália, inclusive para turismo de poucos dias. O Brasil não participa do eVisitor (subclass 651), destinado a passaportes europeus, nem da ETA (subclass 601), restrita a um grupo específico de países. Na prática, o caminho do brasileiro que vai a passeio ou a negócios é o Visitor visa (subclass 600).
A categoria muda conforme o motivo e o tempo de permanência:
| Finalidade | Visto | Observações |
|---|---|---|
| Turismo, visita a familiares ou negócios | Visitor visa (subclass 600) | Permanência concedida caso a caso (em geral 3, 6 ou 12 meses) |
| Estudo (curso registrado no CRICOS) | Student visa (subclass 500) | Exige matrícula (CoE), seguro saúde OSHC e o requisito Genuine Student |
| Trabalho e férias (18 a 30 anos) | Work and Holiday (subclass 462) | Brasil participa desde 2022; cota de 500 vagas/ano, 18 a 30 anos. Exige inglês funcional e escolaridade mínima |
| Trabalho com patrocínio de empresa | Skills in Demand (subclass 482) | Depende de empregador patrocinador aprovado |
| Residência por qualificação profissional | Subclasses 189, 190 e 491 | Sistema de pontos e convite (SkillSelect) |
*Regras, cotas e prazos são definidos pelo Department of Home Affairs e podem mudar. Confirme na fonte oficial antes de aplicar.
A taxa é cobrada em dólares australianos (AUD) e varia conforme a subclasse. O pagamento é feito on-line, no momento do envio do pedido pelo ImmiAccount, e não é devolvido em caso de recusa.
| Visto | Taxa a partir de* |
|---|---|
| Visitor visa (subclass 600) – turismo, pedido do exterior | AUD 250 |
| Student visa (subclass 500) | AUD 2.500 |
| Work and Holiday (subclass 462) – primeiro visto | AUD 840 |
| Work and Holiday (subclass 462) – segundo ou terceiro | AUD 1.000 |
*Valores vigentes desde 1º de julho de 2026, sujeitos a alterações. Há descontos em situações específicas. Para as demais subclasses (482, 189, 190 e 491) e para o valor exato do seu caso, use o Visa Pricing Estimator do Department of Home Affairs.
O visto australiano é eletrônico: não há selo no passaporte. A concessão fica vinculada ao número do documento.
O Brasil não faz parte do programa de coleta de biometria da Austrália, então não há centro de coleta no país nem etapa de biometria no processo. A lista de países do programa pode mudar: confirme na fonte oficial antes de aplicar.
O prazo varia bastante conforme a subclasse, a época do ano e a complexidade do caso. O próprio Department of Home Affairs publica faixas de tempo atualizadas por tipo de visto. Por isso, evite comprar passagens antes da aprovação e consulte o prazo vigente na fonte oficial.
A decisão é sempre do governo australiano. Um pedido bem organizado reduz o risco de recusa, mas não substitui a análise do oficial.
Sim. O brasileiro precisa de visto mesmo para turismo. O Brasil não participa do eVisitor (subclass 651) nem da ETA (subclass 601), então o caminho para passeio ou negócios é o Visitor visa (subclass 600).
O Visitor visa (subclass 600), solicitado on-line pelo ImmiAccount. A permanência concedida varia caso a caso, em geral entre 3 e 12 meses.
Sim. O Brasil participa do programa Work and Holiday (subclass 462), voltado a jovens de 18 a 30 anos, com cota anual e requisitos específicos.
No visto de estudante (subclass 500) o seguro OSHC é obrigatório. Nas demais categorias não é exigência de entrada, mas é fortemente recomendado.
Não. O visto australiano é eletrônico e fica vinculado ao número do passaporte, sem selo físico.
Regras, taxas e prazos mudam com frequência. Antes de aplicar, confirme na fonte primária:
As informações da página possuem caráter informativo e não devem ser consideradas como um conselho legal, passam por refinamento de inteligência artificial, podendo apresentar erros: consulte sempre as fontes oficiais. Cada país possui soberania e altera regras sem aviso. Busque o apoio de profissionais com experiência para obter dados atualizados.
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