Mais do que uma exigência burocrática em diversos países, ele atua como a única barreira sólida entre o seu patrimônio e os custos astronômicos da medicina privada global. Compreender as regras vigentes e as coberturas disponíveis é o primeiro passo para embarcar com tranquilidade.
Atualmente, sistemas de saúde ao redor do mundo operam com tabelas de preços proibitivas para não residentes. Países como os Estados Unidos não possuem saúde pública gratuita para turistas, e na Europa, o acesso muitas vezes é cobrado integralmente.
A Mundial Vistos alerta: negligenciar essa proteção é um dos erros mais graves que viajantes brasileiros cometem, expondo-se a riscos que podem custar o valor de um imóvel.
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O seguro viagem é um serviço de assistência essencial para cobrir despesas médicas, hospitalares e odontológicas ocorridas durante trajetos internacionais. Regulamentado no Brasil pela Superintendência de Seguros Privados, ele garante atendimento imediato em casos de urgência ou emergência, inclusive para doenças preexistentes. A contratação também é obrigatória para ingressar em 29 países europeus signatários do Tratado de Schengen, exigindo cobertura mínima de € 30.000 (sujeito a alterações).
Viajar para o exterior representa a realização de um grande sonho pessoal ou profissional. Atualmente, contratar um seguro viagem é a única forma de garantir que uma emergência médica não resulte em dívidas financeiras graves ou até mesmo no impedimento de entrada em outros países.
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O seguro viagem consiste em um serviço de assistência temporária contratado para cobrir despesas médicas, hospitalares e odontológicas durante uma estadia fora do Brasil. Ele também oferece suporte para imprevistos logísticos, como o extravio de bagagens e o atraso de voos.
A contratação desse serviço funciona como uma proteção patrimonial indispensável para qualquer perfil de turista. Em muitos destinos, o atendimento médico para estrangeiros é totalmente pago e apresenta valores proibitivos. Sem uma apólice ativa, o viajante precisa arcar integralmente com todos os custos de consultas, exames e internações diretamente do próprio bolso, o que pode comprometer economias de uma vida inteira.
As regras de entrada variam conforme o destino escolhido. Na Europa, por exemplo, o Tratado de Schengen exige que os turistas apresentem uma apólice com cobertura mínima de € 30.000 (sujeito a alterações) para despesas médicas. Esse tratado abrange 29 países europeus e a fiscalização nas fronteiras ocorre de forma rigorosa.
Nos Estados Unidos, não há uma obrigatoriedade legal de contratação, mas o sistema de saúde local é totalmente privado e extremamente caro. Uma diária de internação hospitalar no território americano custa, em média, US$ 3.132 (sujeito a alterações). Uma cirurgia simples de apendicite pode ultrapassar facilmente o valor de US$ 30.000 (sujeito a alterações).
Para facilitar o planejamento do seu próximo destino, organizamos as principais exigências e custos médios na tabela abaixo:
| Destino | Exigência legal de contratação | Cobertura mínima recomendada | Custo médio de internação diária |
|---|---|---|---|
| Europa (Schengen) | Obrigatório por lei | € 30.000 (sujeito a alterações) | € 1.500 (sujeito a alterações) |
| Estados Unidos | Recomendado | US$ 100.000 (sujeito a alterações) | US$ 3.132 (sujeito a alterações) |
| América do Sul | Variável por país | US$ 30.000 (sujeito a alterações) | US$ 1.000 (sujeito a alterações) |
Recentemente, as regras para a contratação de coberturas médicas tornaram-se mais favoráveis aos consumidores brasileiros. Por determinação da Superintendência de Seguros Privados, todas as apólices emitidas no Brasil devem obrigatoriamente cobrir o atendimento de urgência e emergência para doenças preexistentes ou crônicas.
Essa mudança garante que viajantes com condições de saúde diagnosticadas previamente, como diabetes ou hipertensão, recebam o atendimento necessário para a estabilização do quadro clínico no exterior. A cobertura é válida até o limite do capital segurado contratado na apólice.
Qualquer pessoa que decida viajar sem uma cobertura adequada corre riscos sérios. Os erros mais comuns cometidos pelos viajantes incluem:
O maior risco de viajar desprotegido é a repatriação sanitária. Caso o paciente precise de um transporte médico especializado de volta ao Brasil, os custos de um voo UTI podem ultrapassar US$ 100.000 (sujeito a alterações). Sem o seguro, a família do viajante precisa arcar com essa despesa de forma imediata, gerando um desgaste emocional e financeiro devastador.
Para garantir uma viagem tranquila, o processo de contratação deve seguir etapas claras:
A Mundial Vistos simplifica todo o processo de preparação para a sua viagem internacional. Nossa equipe analisa detalhadamente o seu roteiro de viagem, o seu perfil de saúde e o seu orçamento para recomendar a melhor opção de seguro viagem disponível no mercado.
Nós cuidamos de toda a parte burocrática para que você se preocupe apenas em aproveitar a sua jornada. Com o suporte de nossos especialistas, você garante uma apólice robusta e adequada às exigências consulares de cada país, evitando surpresas desagradáveis na imigração.
Sim, para ingressar nos 29 países do Tratado de Schengen, é obrigatório apresentar uma apólice com cobertura médica mínima de € 30.000 (sujeito a alterações).
Por determinação da Susep, o plano cobre o atendimento médico necessário para a estabilização do quadro de urgência ou emergência do paciente, limitado ao valor contratado (sujeito a alterações).
A maioria dos cartões de crédito opera pelo sistema de reembolso, no qual o viajante paga as despesas médicas do próprio bolso e solicita o ressarcimento posteriormente.
Devido aos custos hospitalares elevados no país, recomenda-se contratar uma cobertura mínima de US$ 100.000 (sujeito a alterações) para despesas médicas.
Além de correr o risco de arcar com despesas médicas altíssimas, você pode ter a sua entrada recusada em países onde a contratação do serviço é obrigatória por lei.
Os países do Espaço Schengen exigem seguro viagem com cobertura mínima de 30 mil euros para despesas médicas e hospitalares, incluindo repatriação. A apólice precisa ser válida para todo o período da viagem e para todos os países visitados.
Depende do plano. Esportes de aventura e atividades como esqui, mergulho e trilhas em altitude normalmente exigem cobertura adicional contratada à parte. Verifique a cláusula de atividades de risco antes de fechar a apólice.
A maioria das seguradoras exige a contratação antes do embarque. Apólices compradas com a viagem já em curso costumam ter carência ou não cobrir eventos ocorridos antes da contratação.
Somente se o plano incluir essa cláusula. A cobertura de cancelamento é opcional na maior parte dos planos e costuma exigir motivo previsto em contrato, como doença comprovada ou falecimento de familiar.
As informações desta página são baseadas nas fontes oficiais abaixo. Valores e prazos podem ser alterados pelos órgãos responsáveis — consulte sempre a fonte antes de tomar uma decisão.
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