Brasileiro não precisa de visto para a Malásia em turismo de até 90 dias. É obrigatório, porém, preencher o Malaysia Digital Arrival Card (MDAC) online antes de chegar. Basta passaporte válido por 6 meses.
Brasileiro precisa de visto para a Malásia?
Não, para turismo. O brasileiro entra com isenção de visto por até 90 dias. Antes da chegada, é obrigatório preencher o cartão digital de chegada (MDAC). Para trabalhar ou estudar, é preciso visto específico.
Quais são os tipos de visto para a Malásia?
| Situação | Documento | Observação |
|---|---|---|
| Turismo, até 90 dias | Isenção de visto + MDAC | Cartão digital obrigatório |
| Trabalho ou estudo | Visto específico | Solicitado com antecedência |
Quais documentos são necessários?
- Passaporte válido por pelo menos 6 meses;
- Malaysia Digital Arrival Card (MDAC) preenchido online;
- Passagem de ida e volta;
- Comprovação de hospedagem e de recursos.
Quais vacinas são exigidas?
A Malásia não exige vacinas obrigatórias de rotina, mas o certificado de febre amarela pode ser solicitado de quem chega de países de risco, como o Brasil. Recomenda-se portá-lo.
Seguro viagem para a Malásia
O seguro viagem não é exigência formal, mas é recomendado. Ele cobre atendimento médico particular, internação e imprevistos como extravio de bagagem e cancelamento de voo durante a estadia.
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Em resumo
- Turismo até 90 dias sem visto.
- MDAC (cartão digital de chegada) obrigatório antes de embarcar.
- Certificado de febre amarela pode ser exigido de quem vem do Brasil.
- Passaporte válido por pelo menos 6 meses.
Perguntas frequentes
Brasileiro precisa de visto para a Malásia?
Não para turismo de até 90 dias — a entrada é com passaporte. É obrigatório, porém, preencher o Malaysia Digital Arrival Card (MDAC) online antes da chegada.
O que é o MDAC?
É o Malaysia Digital Arrival Card, um cartão digital de chegada que deve ser preenchido online antes de entrar no país. É obrigatório para turistas, inclusive brasileiros.
A Malásia exige febre amarela?
Não de forma geral, mas o certificado pode ser solicitado de quem chega de países de risco, como o Brasil. Recomenda-se levá-lo por precaução.
