Veja os destinos mais procurados para vistos de turismo, estudos ou negócios.
Presente em 7 estados do Brasil e, principalmente, nas cidades que possuem Consulados ou Embaixadas, como Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Recife, garantindo a não terceirização dos nossos processos e serviços.
Oferecemos uma solução completa e personalizada, para que você possa realizar seus sonhos de viajar e explorar o mundo com segurança, agilidade e tranquilidade.
Você já se visualizou tomando um café na Baixa Lisboeta ou trabalhando com vista para o Douro, mas sente um frio na barriga só de pensar na burocracia? É compreensível. Em 2026, as regras de imigração para Portugal estão mais rigorosas, e navegar por decretos da AIMA e agendamentos na VFS Global pode parecer um labirinto.
Mas aqui está a boa notícia: com a estratégia certa, esse labirinto tem um mapa. Portugal continua sendo o destino nº 1 para brasileiros, e o Acordo CPLP consolidou caminhos mais rápidos para quem faz o processo correto. Este guia é o seu plano de ação para transformar o sonho de morar na Europa em realidade, com a segurança jurídica que sua família merece.
Neste artigo, vamos desmistificar os novos valores de subsistência (base €920), os tipos de vistos e o fim da “Manifestação de Interesse”. E atenção: continue lendo até o final para descobrir a “Regra da Validade”, uma estratégia crucial sobre seu passaporte que pode salvar sua residência.
A imigração legal para Portugal em 2026 exige a solicitação prévia de um Visto de Residência (D7, D8, D2 ou CPLP) no país de origem, eliminando a possibilidade de regularização via turismo. O processo demanda comprovação de renda atrelada ao salário mínimo de €920 e garantia de alojamento antes da viagem.
Para morar legalmente em Portugal em 2026, é obrigatório solicitar um Visto de Residência (D7, D8, D2 ou CPLP) ainda no Brasil, através da VFS Global. Com o fim da Manifestação de Interesse, a entrada como turista para regularização posterior é proibida. O requerente deve comprovar meios de subsistência baseados no novo Salário Mínimo Nacional de €920 e ter alojamento garantido antes de viajar.
É fundamental não confundir os documentos:
A escolha errada da categoria é a maior causa de indeferimentos na VFS. Confira a tabela atualizada para o cenário fiscal de 2026:
| Tipo de Visto | Perfil Ideal | Requisito Financeiro Base (2026) |
|---|---|---|
| Visto D7 (Renda Própria) | Aposentados ou titulares de renda passiva (aluguéis, dividendos, previdência). | Mín. €920/mês (100% SMN) comprovados por 12 meses. |
| Visto D8 (Nômade Digital) | Trabalhadores remotos com contrato estrangeiro. | Mín. €3.680/mês (4x SMN). |
| Visto D2 (Empreendedor) | Empresários, Freelancers e Autônomos. | Plano de negócios sólido ou contrato de prestação de serviços. |
| Visto CPLP (Mobilidade) | Cidadãos de países de língua portuguesa (Brasil). | Processo documental simplificado (mas exige visto prévio). |
| Visto D1/D3 | Trabalhadores com contrato em Portugal ou Alta Qualificação. | Contrato de trabalho assinado ou promessa firme. |
Desde a revogação pelo Decreto-Lei n.º 37-A/2024, a antiga rota de entrar como turista e buscar emprego (Manifestação de Interesse) não existe mais. Tentar a sorte sem o visto adequado estampado no passaporte hoje é um risco direto de deportação e proibição de entrada no Espaço Schengen. Não arrisque: saia do Brasil documentado.
O Salário Mínimo Nacional (SMN) em Portugal para 2026 é de €920. Este valor é a base de cálculo obrigatória para a maioria dos vistos de residência (exceto o D8, que exige 4x este valor).
Cálculo de Renda Mensal Exigida (Regra Geral):
Exemplo Prático: Um casal com um filho precisa comprovar uma renda recorrente mínima de €1.656 mensais. Para maior segurança na aprovação, recomenda-se ter o valor equivalente a 12 meses (€19.872) disponível em conta bancária ou investimentos com liquidez.
Prepare esta pasta base para apresentar na VFS Global:
Embora a implementação total do ETIAS (autorização de viagem para turistas) esteja prevista para o final de 2026/início de 2027, quem possui Visto Nacional (Tipo D) está isento desta exigência, pois já possui uma autorização consular superior.
Aqui está o segredo que a AIMA não explica claramente: A sua Autorização de Residência nunca terá validade superior à do seu passaporte.
Se o seu passaporte vence em 1 ano, sua residência (que por lei seria de 2 anos) será cortada para coincidir com o passaporte. Isso obriga você a renovar o documento brasileiro e pagar uma nova taxa de emissão de cartão português em tempo recorde.
O conselho da Mundial Vistos: Antes de aplicar, renove seu passaporte brasileiro se ele tiver menos de 3 anos de validade. Isso garante que você receba o prazo total do seu primeiro título de residência, economizando centenas de euros e meses de burocracia.
Morar em Portugal é um projeto de vida que exige precisão cirúrgica. As regras de 2026 trouxeram clareza, mas também rigor. Informações de fóruns antigos ou vídeos de 2023 podem levar ao indeferimento do seu sonho.
Na Mundial Vistos, nós não apenas preenchemos formulários; nós desenhamos sua estratégia migratória. Analisamos seu perfil financeiro e familiar para indicar o caminho mais seguro — seja via D7, D8 ou CPLP.
Não deixe seu futuro nas mãos da sorte. Agende sua análise de perfil hoje mesmo com nossos especialistas e garanta sua entrada em Portugal com segurança.
Em 2026, com o Salário Mínimo Nacional a €920, o titular do Visto D7 deve comprovar uma renda passiva recorrente de, no mínimo, €920 mensais. Para o cônjuge, adiciona-se 50% (€460) e para cada filho, 30% (€276).
Não. Desde a revogação dos artigos 88.2 e 89.2 pelo Decreto-Lei n.º 37-A/2024, a Manifestação de Interesse foi extinta. É obrigatório sair do Brasil já com o visto consular adequado.
O Visto CPLP é uma modalidade facilitada para cidadãos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (incluindo brasileiros). Ele agiliza a análise documental, mas ainda exige aplicação prévia no consulado/VFS antes da viagem.
O visto consular estampado no passaporte geralmente vale por 120 dias e serve para a entrada no país. Após a chegada, você deve solicitar a Autorização de Residência à AIMA, que normalmente vale por 2 anos (renováveis).
Sim. É obrigatório apresentar um Seguro Viagem com cobertura mínima de €30.000 ou o certificado PB4 (CDAM) emitido pelo Ministério da Saúde do Brasil.
O Visto D1 é destinado a trabalhadores qualificados que obtiveram uma oferta de trabalho ou contrato de trabalho de um empregador português, ou para transferências intra-empresa. É uma via para profissionais que buscam integrar-se no mercado de trabalho português.
Para ser elegível e cumprir os requisitos específicos, o requerente deve apresentar um contrato de trabalho ou promessa de contrato de trabalho válido por no mínimo 1 ano. O salário anual oferecido deve estar alinhado com o nível salarial exigido, sendo o rendimento mensal mínimo de € 870. Em alguns casos, pode ser solicitada comprovação de que não foram encontrados nacionais portugueses ou cidadãos europeus para preencher o cargo. A evidência de qualificações acadêmicas ou profissionais relevantes também é um requisito, se aplicável à função. É imperativo que o requerente obtenha o NIF (Número de Identificação Fiscal) e abra uma conta bancária portuguesa, transferindo o valor mínimo exigido para comprovar meios financeiros. Se houver apenas uma “promessa” de contrato, a prova de fundos na conta bancária portuguesa é crucial.
O tempo de processamento estimado para o Visto D1 varia de 2 a 3 meses, dependendo do país de solicitação. Após a aprovação do visto e a entrada em Portugal, a primeira autorização de residência concedida é válida por 2 anos. Esta pode ser renovada por mais 2 anos, e depois por mais 2 anos, com a possibilidade de solicitar a residência permanente ou a cidadania portuguesa após um período total de 5 anos de residência legal
Visto Portugal
O Visto D2 é direcionado a empreendedores que desejam estabelecer um novo negócio em Portugal, transferir um negócio existente para o país, ou para profissionais que trabalham de forma autônoma (independentes). Esta categoria visa atrair investimento e talento que contribuam para a economia portuguesa.
A elegibilidade e os requisitos específicos incluem a comprovação de capacidade financeira para o investimento pretendido e para manter o negócio em Portugal. É fundamental apresentar um plano de negócios detalhado que demonstre a viabilidade econômica e social do empreendimento para o país, o que pode facilitar significativamente a concessão do visto. Além disso, o requerente deve comprovar que dispõe de meios financeiros em Portugal, podendo incluir financiamentos obtidos em um banco português. Para uma única pessoa, o valor mínimo anual exigido é de € 10.440. Para trabalhadores autônomos, é necessário apresentar um contrato de sociedade ou uma proposta escrita de contrato de prestação de serviços para profissões liberais, ou um documento que comprove serviços prestados a uma ou mais entidades. Em alguns casos, pode ser exigida uma declaração emitida pela entidade competente que habilite o exercício da profissão em Portugal. A obtenção do NIF e a abertura de uma conta bancária portuguesa são essenciais para este visto. A prova de alojamento em Portugal por um período de 12 meses também é um requisito.
O tempo de processamento estimado para o Visto D2 varia de 2 a 4 meses. Após a entrada em Portugal com o visto D2, o titular deve agendar uma consulta na AIMA para converter o visto em uma autorização de residência, apresentando a documentação necessária que comprove o estabelecimento em Portugal e a capacidade de se manter no país.
Visto Americano
O Visto D3 é uma categoria específica destinada a profissionais com qualificações superiores ou experiência relevante que possuam uma oferta de emprego ou contrato de prestação de serviços com uma empresa portuguesa. Esta via é frequentemente priorizada para talentos especializados em áreas como TI, engenharia, ciência ou academia, oferecendo um caminho mais rápido para a residência.
Para ser elegível, o requerente deve apresentar um contrato de trabalho ou de prestação de serviços para uma empresa portuguesa, com duração mínima de um ano ou indefinida. O salário bruto mensal exigido é de pelo menos 1,5 vezes o salário mínimo nacional (em 2025, entre € 1.200 e € 1.300) ou 3 vezes o valor do IAS (Indexante dos Apoios Sociais). Algumas fontes indicam um salário mínimo de € 2.100 ou 1,2 vezes o salário nacional bruto. Além disso, é necessária a comprovação de formação superior ou de 5 a 6 anos de experiência profissional relevante. Assim como em outros vistos de longa duração, a obtenção do NIF, a abertura de uma conta bancária portuguesa, o comprovativo de alojamento e a demonstração de meios financeiros são requisitos fundamentais. O Visto D3 também permite o reagrupamento familiar, possibilitando que cônjuges, filhos menores e dependentes se juntem ao titular em Portugal.
O visto D3 é inicialmente válido por quatro meses, durante os quais o titular deve solicitar a autorização de residência junto à AIMA. A autorização de residência é tipicamente válida por dois anos e pode ser renovada por mais três anos, permitindo uma estadia total de até cinco anos antes que o titular possa solicitar a residência permanente ou a cidadania portuguesa.
Os Vistos D4 e D5 são categorias dedicadas a cidadãos não-UE que desejam estudar em Portugal. O Visto D4 é geralmente aplicado a programas de estudo de longa duração, enquanto o Visto D5 é especificamente para mobilidade de estudantes de ensino superior, como programas de intercâmbio ou duplo diploma.
Para ser elegível, o estudante deve ter uma aceitação oficial de uma instituição de ensino superior portuguesa reconhecida. É crucial comprovar meios financeiros suficientes para custear a estada, com uma estimativa de cerca de € 45 por dia, totalizando aproximadamente € 15.000 em poupança, ou a apresentação de uma bolsa de estudos. A prova de alojamento em Portugal, como um contrato de aluguel, também é um requisito. Além disso, é necessário apresentar comprovativo de pagamento de propinas, um certificado de registo criminal, um seguro de saúde, um passaporte válido e fotos tipo passe.
Existem diferentes tipos de visto de estudante:
Curta Duração: Adequado para cursos breves de até 90 dias.
Estada Temporária: Para programas com duração entre três meses e um ano, como o Erasmus+.
Longa Duração: Destinado a cidadãos não-UE que buscam estudos de longo prazo em Portugal, como mestrados ou doutorados.
Uma vantagem significativa do visto de estudante (D4/D5) é que, uma vez obtida a autorização de residência, o titular tem permissão para trabalhar a tempo parcial (20 horas por semana) durante o semestre acadêmico e a tempo integral durante os períodos de férias.
O tempo médio de processamento para um visto de estudante é de 2 a 3 meses. Após a chegada em Portugal com o visto aprovado, é obrigatório agendar e comparecer a uma entrevista na AIMA para obter a autorização de residência, formalizando assim a permanência legal no país.
O Visto D7 é uma categoria atraente destinada a cidadãos não-UE/EEE/Suíça que possuem rendimentos passivos estáveis e regulares de fontes externas a Portugal. Este visto é ideal para aposentados, pensionistas, ou indivíduos que geram rendimentos de aluguéis, royalties, dividendos, ou outras fontes que não dependam de trabalho subordinado em Portugal.
Para ser elegível e cumprir os requisitos específicos, o requerente deve demonstrar um rendimento passivo mínimo equivalente ao salário mínimo português, que é de € 870,00 em 2025. Se o requerente incluir um cônjuge, é necessário adicionar 50% desse valor, e 30% para cada filho dependente. Algumas fontes indicam um valor de € 760 por mês. É indispensável apresentar comprovativo de alojamento em Portugal, que pode ser um contrato de aluguel de 12 meses ou a escritura de compra de uma propriedade. A obtenção do NIF (Número de Identificação Fiscal) e a abertura de uma conta bancária portuguesa são passos cruciais para este processo. Além disso, é exigido um registo criminal limpo e um seguro de saúde válido que cubra o requerente em território português.
Uma condição importante para a manutenção da residência através do Visto D7 é a exigência de permanência mínima em Portugal: o titular deve passar no mínimo 16 meses em Portugal durante o período inicial de dois anos. A comprovação de rendimento é feita através de extratos bancários, sendo recomendável apresentar pelo menos os últimos 6 meses, e idealmente 12 meses, para demonstrar a estabilidade e regularidade dos rendimentos passivos.
O Visto D8, também conhecido como Visto de Trabalho Remoto, foi criado para atrair trabalhadores remotos que desejam viver em Portugal enquanto continuam a trabalhar para empresas ou clientes localizados fora do país. Esta categoria reconhece a crescente tendência de trabalho flexível e a mobilidade global.
A elegibilidade e os requisitos específicos para o Visto D8 incluem ser cidadão de fora da UE/EEE/Suíça. O requerente deve comprovar um rendimento médio mensal equivalente a pelo menos quatro vezes o salário mínimo vigente em Portugal, que é de € 3.480 em 2025. A prova de rendimentos dos últimos 3 meses é necessária. É fundamental apresentar um contrato de trabalho de uma empresa fora de Portugal ou um contrato de prestação de serviços como autônomo, demonstrando a natureza remota da atividade. Assim como em outros vistos de residência, a obtenção do NIF (Número de Identificação Fiscal) e a abertura de uma conta bancária portuguesa são requisitos essenciais. O comprovativo de alojamento em Portugal também é obrigatório. Adicionalmente, é necessário um seguro médico para viagens internacionais com cobertura mínima de € 30.000, ou o PB4 para cidadãos brasileiros, e um certificado de antecedentes criminais.
Os benefícios do Visto D8 são significativos, incluindo acesso à saúde e educação nacional portuguesa, a possibilidade de usufruir do regime de Residente Não Habitual (NHR) com vantagens fiscais, e a permissão para reagrupamento familiar, permitindo que cônjuges, filhos dependentes e pais vivam em Portugal. O Visto D8 pode ser de estada temporária ou de residência. A primeira autorização de residência concedida é válida por 2 anos, renovável por 3 anos. Após um período total de 5 anos de residência legal, é possível solicitar a residência permanente ou a cidadania portuguesa.
O Visto D6, frequentemente referido como Visto de Reagrupamento Familiar, permite que membros da família de cidadãos estrangeiros que já residem legalmente em Portugal se juntem a eles no país. Este visto é um direito garantido por lei para promover a unidade familiar.
A elegibilidade para o Visto D6 abrange diversos graus de parentesco. Podem ser reunidos: o cônjuge ou parceiro reconhecido por lei (mediante comprovação de união de facto) ; filhos menores ou incapazes a cargo do casal ou de um dos cônjuges (incluindo filhos adotados, desde que a decisão de adoção seja reconhecida por Portugal) ; filhos maiores de 18 anos, desde que sejam solteiros, dependentes financeiramente e estejam a estudar numa instituição de ensino em Portugal; ascendentes (pais) do residente ou do seu cônjuge, desde que estejam a seu cargo; e irmãos menores, desde que estejam sob tutela do residente, de acordo com uma decisão judicial reconhecida por Portugal.
O processo para o Visto D6 inicia-se com o residente legal em Portugal, que deve solicitar o deferimento do reagrupamento familiar junto à AIMA (Agência para a Integração, Migrações e Asilo). Uma vez que a AIMA notifique a decisão favorável, os familiares podem então apresentar o pedido de visto de residência no Consulado ou na VFS Global na sua jurisdição. A documentação necessária inclui prova de laços familiares (como certidões de nascimento, casamento ou adoção), comprovativo de residência legal do familiar em Portugal, seguro de saúde, registo criminal, e comprovativo de meios de subsistência e alojamento para todos os membros da família. O Visto D6 é válido por 120 dias. A autorização de residência concedida aos familiares terá a mesma duração da autorização de residência do residente principal, garantindo que a unidade familiar seja mantida sob o mesmo regime de permanência legal.
O Golden Visa, oficialmente conhecido como Autorização de Residência para Atividade de Investimento (ARI), é um programa que permite a obtenção de uma autorização de residência para cidadãos não-UE/EEE/Suíça através da realização de um investimento qualificado em Portugal. Este programa visa atrair capital estrangeiro para o país.
A elegibilidade e os requisitos específicos para o Golden Visa incluem ser cidadão de fora da UE/EEE/Suíça e ter um registo criminal limpo. O principal requisito é a realização de um investimento mínimo qualificado.
As opções de investimento qualificadas incluem:
Subscrição de Fundos: Investimento de € 500.000 em fundos de investimento ou fundos de capital de risco.
Investimento ou Doação nas Artes: Transferência de capital de € 250.000 para investimento ou apoio à produção artística, recuperação ou manutenção do patrimônio cultural nacional.
Investigação Científica: Transferência de capital de € 500.000 para atividades de investigação científica.
Criação de Empregos: Criação de, no mínimo, dez postos de trabalho (ou oito em áreas de baixa densidade populacional).
Capital Social e Criação de Empregos: Transferência de capital de € 500.000 para a constituição de uma empresa em Portugal ou para o aumento do capital social de uma empresa existente, com a criação de cinco postos de trabalho permanentes.
O Golden Visa oferece benefícios significativos, como a inclusão de membros da família na mesma aplicação (cônjuge, filhos dependentes e pais). O programa também oferece um caminho para a cidadania portuguesa após o quinto ano de residência, com um requisito de permanência mínima de apenas sete dias no primeiro ano e 14 dias a cada dois anos subsequentes.
O processo de aplicação envolve a coleta de toda a documentação necessária, a obtenção de um NIF e a abertura de uma conta bancária portuguesa para realizar o investimento. Após a realização do investimento, a aplicação formal é submetida à AIMA através do seu portal online. O requerente e os dependentes listados na aplicação deverão comparecer a uma reunião presencial na AIMA para fornecer dados biométricos. O tempo de processamento pode variar, mas espera-se que retorne a 4-6 meses até meados de 2025. A autorização de residência é emitida inicialmente por 2 anos e é renovável.
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