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Presente em 7 estados do Brasil e, principalmente, nas cidades que possuem Consulados ou Embaixadas, como Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Recife, garantindo a não terceirização dos nossos processos e serviços.
Oferecemos uma solução completa e personalizada, para que você possa realizar seus sonhos de viajar e explorar o mundo com segurança, agilidade e tranquilidade.
Planejar uma ida ao exterior envolve escolher roteiros incríveis e experiências gastronômicas inesquecíveis. No entanto, existe um item que, embora não apareça nas fotos das redes sociais, é o verdadeiro responsável por garantir que sua experiência não se transforme em um pesadelo financeiro: o seguro viagem internacional. Mais do que uma exigência burocrática em diversos países, ele atua como a única barreira sólida entre o seu patrimônio e os custos astronômicos da medicina privada global. Compreender as regras vigentes e as coberturas disponíveis é o primeiro passo para embarcar com tranquilidade.
Atualmente, sistemas de saúde ao redor do mundo operam com tabelas de preços proibitivas para não residentes. Países como os Estados Unidos não possuem saúde pública gratuita para turistas, e na Europa, o acesso muitas vezes é cobrado integralmente. A Mundial Vistos alerta: negligenciar essa proteção é um dos erros mais graves que viajantes brasileiros cometem, expondo-se a riscos que podem custar o valor de um imóvel.
Atualmente, o seguro viagem internacional é obrigatório para entrada em mais de 30 países europeus (Tratado de Schengen), exigindo cobertura mínima de € 30.000 para despesas médicas. Nos Estados Unidos, embora não seja mandatório por lei, é altamente recomendado devido aos custos proibitivos da saúde privada, onde uma simples internação pode ultrapassar dezenas de milhares de dólares.
A percepção de que “nada vai acontecer” é o principal inimigo do viajante moderno. Estatísticas do setor indicam que intercorrências médicas, desde intoxicações alimentares até fraturas, são frequentes. Sem um seguro viagem robusto, você fica à mercê das tabelas particulares locais. Nos Estados Unidos, por exemplo, uma simples visita ao pronto-socorro (Emergency Room) apenas para triagem e medicação básica pode ultrapassar facilmente a marca de US$ 2.000.
Além do impacto financeiro, existe a barreira logística e emocional. Lidar com uma emergência em outro idioma, sem saber para qual hospital se dirigir, gera um estresse desnecessário. A apólice atua não apenas como pagadora de contas, mas como uma central de assistência 24 horas, oferecendo suporte em português e direcionamento para a rede credenciada mais próxima, garantindo atendimento rápido e eficiente.
Para quem destina sua viagem ao continente europeu, a contratação da assistência é mandatória. O Tratado de Schengen, acordo que permite a livre circulação entre diversos países (como França, Itália, Alemanha e Portugal), exige que todos os turistas estrangeiros possuam um seguro com cobertura mínima de 30.000 euros para Despesas Médicas e Hospitalares (DMHO).
Chegar à fronteira europeia sem a apólice impressa ou disponível digitalmente pode resultar na deportação imediata. A fiscalização é rigorosa e os agentes de imigração têm autoridade para solicitar o comprovante a qualquer momento. Além disso, é importante estar atento às futuras implementações de controle de fronteira, como o sistema ETIAS, que reforçará ainda mais a necessidade de documentação impecável para a entrada no bloco.
A sigla DMHO refere-se ao coração da apólice: Despesas Médicas, Hospitalares e Odontológicas. Uma cobertura de qualidade garante o pagamento de consultas, exames, internações e cirurgias de emergência. Contudo, é vital ler as condições gerais para verificar se o plano oferece o benefício do cashless (pagamento direto ao prestador), evitando que você precise desembolsar grandes quantias para solicitar reembolso meses depois.
Outras coberturas vitais incluem:
Graças às normas da Susep (Superintendência de Seguros Privados), os seguros viagem contratados no Brasil devem cobrir obrigatoriamente a estabilização de quadros agudos decorrentes de doenças preexistentes ou crônicas. Isso significa que, se você tem hipertensão ou diabetes e sofre uma crise durante a viagem, o seguro cobrirá o atendimento até que sua condição seja estabilizada para que possa continuar a viagem ou retornar ao lar.
Para gestantes, é crucial buscar apólices com cobertura específica, que geralmente atendem urgências até a 28ª ou 32ª semana. Já para idosos acima de 70 anos, as tarifas podem ser diferenciadas, e a contratação exige atenção redobrada aos limites de capital segurado, garantindo que sejam suficientes para cobrir internações prolongadas.
Para ilustrar a economia real proporcionada pelo seguro, vamos analisar um cenário frequente: uma apendicite aguda em Orlando, Flórida.
A diferença é abissal: o preço de um jantar protege você de uma dívida que poderia comprometer seu patrimônio por anos.
Uma dúvida comum recai sobre a suficiência do seguro oferecido por cartões de crédito premium (Black, Infinite). Embora seja um benefício válido, ele possui limitações. A principal é que a maioria opera por reembolso: você paga as despesas do próprio bolso e aguarda a análise para receber o valor de volta. Isso exige que você tenha um limite altíssimo disponível no cartão para emergências médicas.
Já a apólice contratada através de uma consultoria especializada, como a Mundial Vistos, foca na assistência direta. Além disso, os seguros de cartão costumam ter coberturas padronizadas, sem a flexibilidade de adicionar proteção para esportes de risco ou aumentar o limite de DMHO para destinos de custo elevadíssimo, como os EUA.
Os imprevistos não são apenas médicos. O extravio de bagagem é um pesadelo recorrente em conexões internacionais. Enquanto as companhias aéreas possuem prazos longos e indenizações limitadas por tratados internacionais, o seguro viagem oferece uma indenização suplementar ou complementar muito mais ágil. Ele também cobre gastos com itens de primeira necessidade (roupas e higiene) em caso de atraso na entrega das malas, garantindo que sua viagem continue com dignidade enquanto a bagagem é localizada.
A escolha do plano não deve se basear apenas no menor preço. É fundamental alinhar o capital segurado (o valor máximo da cobertura) com o custo médico do país de destino. Para a Europa, 30.000 euros é o mínimo, mas para os EUA, recomenda-se coberturas acima de US$ 60.000 ou US$ 100.000.
Analise também o motivo da viagem: prática de esportes (esqui, surfe) exige adicionais específicos. Viagens de cruzeiro ou intercâmbio de longa duração também demandam produtos desenhados para essas particularidades.
Viajar é um investimento em memórias, e garantir a segurança desse projeto deve ser prioridade absoluta. Diante da complexidade das leis internacionais, dos custos médicos proibitivos e das exigências rígidas como as do Espaço Schengen, contar com suporte profissional elimina riscos desnecessários.
A Mundial Vistos atua muito além da emissão de vistos; oferecemos uma curadoria completa em seguros viagem. Nossa equipe analisa detalhadamente seu perfil, destino e saúde para recomendar a apólice que oferece proteção real e o melhor custo-benefício, garantindo conformidade com a Susep e os tratados internacionais. Não deixe sua segurança ao acaso. Entre em contato hoje com a Mundial Vistos e assegure uma jornada tranquila e protegida.
Sim, para a maioria dos países europeus. O Tratado de Schengen exige que turistas possuam um seguro viagem com cobertura mínima de 30.000 euros para despesas médicas e hospitalares (DMHO). A falta deste documento pode impedir sua entrada na imigração.
Atualmente, a legislação brasileira unificou os termos sob ‘Seguro Viagem’. A principal diferença prática está no modelo de pagamento: o ideal é buscar planos que ofereçam atendimento ‘cashless’ (a seguradora paga o hospital diretamente), evitando que você precise pagar e pedir reembolso depois.
Depende. O seguro do cartão geralmente funciona por reembolso, exigindo que você pague as despesas primeiro. Além disso, pode ter limites de cobertura mais baixos e restrições para gestantes ou idosos. Para maior segurança, recomenda-se uma apólice privada dedicada.
DMHO significa Despesas Médicas, Hospitalares e Odontológicas. É o valor máximo que a seguradora pagará por tratamentos de saúde durante sua viagem. É a cobertura mais importante da apólice e deve ser escolhida com base nos custos médicos do país de destino.
Sim. Pelas normas atuais da Susep, todo seguro viagem brasileiro deve cobrir emergências e urgências médicas decorrentes de doenças preexistentes ou crônicas, até a estabilização do quadro clínico do paciente, permitindo que ele continue a viagem ou retorne.
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