Visto para São Vicente e Granadinas

São Vicente e Granadinas
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Brasileiros não precisam de visto

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Resposta Rápida:

Brasileiros não precisam de visto para turismo em São Vicente e Granadinas para estadias de até 90 dias. No entanto, é obrigatório apresentar o Certificado Internacional de Vacinação contra Febre Amarela (tomada 10 dias antes), passaporte com validade mínima de 6 meses e passagem de retorno. O uso de roupas camufladas é proibido por lei.

Visto para São Vicente e Granadinas e a documentação vital para sua entrada

Imagine desembarcar em um arquipélago onde o Mar do Caribe encontra o Oceano Atlântico, com ilhas exclusivas frequentadas pela realeza e celebridades. São Vicente e Granadinas oferece exatamente isso, mas há um contraste importante: a beleza das praias de areia branca esconde uma burocracia de imigração que segue protocolos britânicos rígidos. Para os brasileiros, a boa notícia é a isenção de visto prévio; a má notícia é que isso gera uma falsa sensação de segurança.

Muitos turistas confundem ‘não precisar de visto’ com ‘entrada garantida’. A realidade nos guichês do Aeroporto Internacional Argyle (SVD) é bem diferente. Oficiais de imigração têm autoridade total para negar a entrada baseados em detalhes técnicos que passam despercebidos pela maioria. Desde a validade exata do passaporte até a cor da roupa que você veste (sim, isso importa), cada detalhe conta. Este artigo é o manual definitivo para você blindar suas férias contra imprevistos.

Isenção de visto e o formulário de imigração

Para fins de turismo, cidadãos brasileiros estão isentos de solicitar um visto consular antes da viagem. O governo de São Vicente e Granadinas permite, teoricamente, uma estadia de até 90 dias. No entanto, ao chegar em Kingstown, você passará por uma entrevista migratória. O oficial de imigração decidirá, naquele momento, quantos dias você poderá permanecer. É comum concederem prazos menores, como 14 ou 30 dias, baseados na sua passagem de volta e recursos financeiros apresentados.

Durante o voo ou na chegada, você deverá preencher o Immigration/Customs Form. Este documento legal exige precisão. Você deve declarar o endereço exato da sua hospedagem (nome do hotel, villa ou endereço do anfitrião). Respostas vagas como ‘Hotel em Bequia’ podem motivar interrogatórios adicionais. Tenha o voucher da reserva ou a carta-convite impressa em mãos para comprovar o que foi escrito.

Se você decidir estender sua viagem além do prazo carimbado no passaporte, jamais permaneça ilegalmente. É necessário comparecer ao Immigration Department em Kingstown antes do vencimento do prazo para solicitar uma extensão, pagando as taxas administrativas aplicáveis (geralmente em Dólares do Caribe Oriental – XCD).

A barreira sanitária: CIVP e Febre Amarela

Este é o requisito que mais barra brasileiros no Caribe. São Vicente e Granadinas segue à risca as diretrizes da OMS e classifica o Brasil como área de risco para Febre Amarela. A apresentação do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) é obrigatória para todos os viajantes a partir de 1 ano.

A regra dos 10 dias: Não basta ter o certificado; a vacina deve ter sido tomada pelo menos 10 dias antes da data de embarque. Se você tomar a vacina 9 dias antes, sua entrada será negada, pois o corpo ainda não é considerado imunizado. O documento deve ser o internacional (emitido via Gov.br/ANVISA), e não a carteira de vacinação comum do posto de saúde. Esta verificação ocorre muitas vezes antes mesmo do controle de passaportes, por agentes de saúde portuária.

Cenário real: o descuido da família Martins

A família Martins viajou para Canouan para um casamento. Todos tinham a vacina, mas o pai, Roberto, havia perdido o certificado antigo e tomou uma nova dose apenas 3 dias antes do voo. Ao chegar em SVD, os oficiais de saúde notaram a data recente no novo certificado. Apesar dos apelos, Roberto foi impedido de entrar e teve que retornar ao Brasil, perdendo o casamento da filha. A regra sanitária não admite exceções por motivos emocionais.

Validade do passaporte e bilhete de saída

Diferente de alguns países sul-americanos que aceitam o passaporte válido apenas pela duração da estadia, São Vicente e Granadinas exige que seu passaporte brasileiro tenha validade mínima de 6 meses a contar da data de entrada. Se o seu documento vence em 4 ou 5 meses, as companhias aéreas (como American Airlines ou Copa) provavelmente negarão seu embarque ainda na origem.

Além disso, a prova de saída é inegociável. Você deve apresentar uma passagem confirmada de retorno ao Brasil ou de continuação para outro país (Onward Ticket). Se o seu próximo destino exigir visto (como os EUA ou Canadá), você deve provar que já possui esse visto. Viajar com passagens ‘sujeito a disponibilidade’ (stand-by) é altamente arriscado e frequentemente resulta em recusa de entrada se o voo estiver cheio.

Proibição de roupas camufladas: um erro comum

Um detalhe curioso, mas gravíssimo, é a legislação sobre vestimenta. Em São Vicente e Granadinas, assim como em Barbados e Santa Lúcia, é ilegal para civis usar roupas com estampas de camuflagem militar. Isso inclui bonés, bermudas, mochilas, biquínis ou camisetas.

Se você desembarcar vestindo qualquer item camuflado, o oficial de alfândega confiscará o item e você poderá ser multado. Essa lei existe para distinguir claramente civis de militares locais e evitar confusões de autoridade. Revise sua mala e deixe qualquer estampa ‘army’ em casa.

Dirigindo nas ilhas: Permissão Local e Mão Inglesa

Alugar um carro é a melhor forma de explorar a ilha principal, mas sua CNH brasileira (ou mesmo a PID emitida no Brasil) não é suficiente para dirigir legalmente. Você precisa obter uma Licença de Condução Temporária (Temporary Driving Permit).

Este documento é emitido mediante a apresentação da sua CNH válida e custa aproximadamente EC$ 100 a EC$ 125. Ele pode ser obtido na estação de polícia (Traffic Branch) em Kingstown ou, mais convenientemente, diretamente no balcão da maioria das locadoras de veículos no aeroporto. Lembre-se: a condução é na mão inglesa (lado esquerdo da estrada). As vias são estreitas, sinuosas e muitas vezes sem acostamento, exigindo atenção redobrada.

Solvência financeira e moeda

Embora a moeda oficial seja o Dólar do Caribe Oriental (XCD), o Dólar Americano (USD) é amplamente aceito. No entanto, o troco quase sempre será dado em XCD. Para a imigração, você deve provar que possui fundos para se manter. Cartões de crédito internacionais, cartões de débito global (Wise/Nomad) e dinheiro em espécie são aceitos. A falta de comprovação de fundos, combinada com a falta de um itinerário claro, pode levar o oficial a suspeitar de intenção de imigração ilegal ou trabalho não autorizado.

Saúde e Seguro Viagem

A infraestrutura médica é limitada. O principal hospital, Milton Cato Memorial Hospital, lida com o básico, mas casos graves exigem evacuação imediata. Um seguro viagem com cobertura robusta para evacuação aeromédica (mínimo de USD 60.000) é essencial. O custo de um resgate aéreo particular pode ultrapassar facilmente USD 30.000, um prejuízo que pode ser evitado com a apólice correta.

Em resumo

  • Isenção: Brasileiros não precisam de visto, mas a permanência é definida na chegada (até 90 dias).
  • Sanitário: CIVP de Febre Amarela é obrigatório (vacina tomada 10 dias antes).
  • Passaporte: Validade mínima de 6 meses é exigida rigorosamente.
  • Proibição: É ilegal usar ou portar roupas/acessórios com estampa camuflada.
  • Trânsito: Necessária Licença Temporária local para dirigir (mão inglesa).

Conclusão

São Vicente e Granadinas é um destino que recompensa o viajante preparado. As águas cristalinas de Tobago Cays e a exclusividade de Mustique estão ao seu alcance, desde que a burocracia seja respeitada com antecedência. Não deixe que um detalhe técnico, como um certificado de vacina ou uma estampa de roupa, transforme seu sonho caribenho em um pesadelo logístico.

Na Mundial Vistos, nossa experiência vai além do simples preenchimento de formulários. Nós analisamos seu perfil completo, revisamos cada documento e garantimos que você embarque com a segurança de quem sabe exatamente o que esperar na fronteira. Viaje com a confiança de quem tem especialistas cuidando de cada etapa do seu processo.

Perguntas Frequentes

Brasileiros precisam de visto para São Vicente e Granadinas?

Não. Brasileiros são isentos de visto para turismo, podendo permanecer geralmente até 90 dias. O prazo exato é determinado pelo oficial de imigração na chegada.

É obrigatória a vacina de febre amarela para São Vicente e Granadinas?

Sim, é obrigatória e rigorosamente cobrada. Você deve apresentar o CIVP (Certificado Internacional) comprovando que a vacina foi tomada pelo menos 10 dias antes do embarque.

Posso usar roupas camufladas em São Vicente e Granadinas?

Não. É ilegal para civis usar qualquer peça de roupa ou acessório com estampa de camuflagem militar. Os itens podem ser confiscados e o viajante multado.

Preciso de carteira internacional para dirigir em São Vicente?

Apenas a PID do Brasil não basta. Você precisa adquirir uma Licença de Condução Temporária local, emitida nas delegacias ou locadoras de veículos mediante apresentação da CNH válida.

Qual a validade necessária do passaporte para entrar no país?

O passaporte brasileiro deve ter validade mínima de 6 meses a partir da data de entrada em São Vicente e Granadinas.

Dicas e Atrações Turísticas

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Como se preparar para a sua viagem internacional.

É fundamental planejar sua viagem internacional com máxima antecedência para garantir uma experiência tranquila e sem contratempos. Certifique-se de estar a par das exigências vitais e dos documentos necessários para o seu destino. Dependendo do país, pode ser imprescindível apresentar certificados de vacinação atualizados, um seguro de viagem internacional robusto, e outros requisitos essenciais. Lembre-se, as regulamentações são dinâmicas e podem sofrer alterações inesperadas.
Portanto, manter-se informado é mais do que uma recomendação — é uma necessidade.

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As informações da página possuem caráter informativo e não devem ser consideradas como um conselho legal, passam por refinamento de inteligência artificial, podendo apresentar erros: consulte sempre as fontes oficiais. Cada país possui soberania e altera regras sem aviso. Busque o apoio de profissionais com experiência para obter dados atualizados.

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