Visto para Malásia

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Resposta Rápida:

Brasileiros viajando a turismo ou negócios estão isentos de visto para a Malásia por até 90 dias. Para a entrada, é obrigatório apresentar passaporte com validade mínima de 6 meses, Certificado Internacional de Vacinação contra febre amarela (CIVP), preencher o Malaysia Digital Arrival Card (MDAC) gratuitamente três dias antes de cada viagem e comprovar passagem de retorno.

Visto para Malásia: requisitos de entrada e procedimentos para brasileiros

A Malásia consolidou-se como um dos destinos mais estratégicos e fascinantes do sudeste asiático, oferecendo uma infraestrutura robusta que mescla modernidade urbana com patrimônio natural preservado. Para os viajantes brasileiros, o planejamento da viagem exige uma compreensão detalhada dos procedimentos de imigração. Embora o país adote uma política de abertura ao turismo, a entrada em território malaio demanda o cumprimento rigoroso de normas administrativas, sanitárias e digitais.

Este artigo analisa profundamente as informações essenciais sobre a isenção de visto para estadias de curta duração, a documentação mandatória para a passagem pela fronteira e as opções de residência de longa duração, incluindo o Visto de Nômade Digital e o programa Malaysia My Second Home (MM2H). O objetivo é assegurar que a chegada ao país ocorra com total conformidade legal, permitindo que o foco do visitante permaneça nas oportunidades de negócios ou experiências culturais.

Isenção de visto para turismo e negócios

O governo da Malásia mantém relações diplomáticas que favorecem o fluxo de visitantes do Brasil. Conforme as regras de imigração vigentes, os portadores de passaporte brasileiro beneficiam-se da isenção de visto (Social Visit Pass) para permanência de até 90 dias. Esta concessão é válida exclusivamente para finalidades turísticas, visitas sociais ou viagens de negócios de curta duração, como reuniões e conferências.

Para conferências, o Social Visit Pass é suficiente. No entanto, se o brasileiro for realizar instalação de máquinas ou consultoria técnica curta, o visto correto é o Professional Visit Pass (PVP), que exige um sponsor malaio. É imperativo ressaltar que a modalidade de turismo proíbe terminantemente qualquer atividade remunerada ou vínculo empregatício com empresas locais. O período de 90 dias é concedido no momento da chegada sob o regime de Isenção de Visto (Visa-Free Entry), mediante a análise discricionária dos oficiais de imigração. A contagem do prazo inicia-se no dia da entrada e deve ser respeitada rigorosamente para evitar multas, detenção ou a inclusão em listas de restrição de entrada futura.

Apesar da facilidade burocrática da isenção prévia, a admissão no território não é um direito automático. As autoridades de fronteira, sob a jurisdição do Departamento de Imigração da Malásia, mantêm protocolos de segurança estritos. A preparação antecipada de todos os comprovantes é a única forma de garantir uma passagem tranquila pelos balcões de controle em aeroportos internacionais como o KLIA (Kuala Lumpur International Airport).

Documentação obrigatória para entrada

Para validar a isenção de visto na chegada, o viajante deve apresentar um portfólio específico de documentos. A ausência ou irregularidade em qualquer um destes itens pode resultar na recusa de entrada (Not to Land – NTL) e na deportação imediata ao porto de embarque. Recomenda-se portar cópias físicas e digitais de fácil acesso.

Passaporte e validade técnica

O passaporte é o instrumento primário de identificação internacional e deve possuir uma validade mínima de seis meses a contar da data prevista de entrada na Malásia. Passaportes com validade inferior a este prazo são sistematicamente rejeitados pelas companhias aéreas ainda no check-in ou pelas autoridades na chegada.

Além da validade temporal, o documento deve estar em perfeito estado de conservação, livre de rasuras, manchas ou descolamentos. É necessário que o passaporte contenha, no mínimo, duas páginas em branco consecutivas para a aposição dos carimbos de entrada e saída. A gestão do espaço no documento é responsabilidade do viajante.

Certificado Internacional de Vacinação (CIVP)

A barreira sanitária é um dos pontos mais críticos da imigração malaia. Para cidadãos brasileiros, o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) contra a febre amarela é um documento mandatório e inegociável. A Malásia classifica o Brasil como área de risco de transmissão, tornando essa exigência uma questão de saúde pública nacional.

A vacina deve ser administrada com, no mínimo, 10 dias de antecedência ao embarque para garantir a imunização e a validade do certificado. O cartão de vacinação nacional não é aceito; apenas o modelo internacional emitido pela ANVISA (ou órgão equivalente) é válido. Dependendo da origem do voo, como em conexões longas na Etiópia ou outros países da África, a imigração pode ser mais rigorosa com a conferência do CIVP. Recomenda-se que o certificado esteja grampeado ao passaporte para facilitar a verificação. A não apresentação do documento impedirá a entrada ou poderá resultar em quarentena compulsória sob supervisão estatal.

Malaysia Digital Arrival Card (MDAC)

Modernizando seus processos de controle, a imigração implementou o Malaysia Digital Arrival Card (MDAC). Este formulário digital de chegada é obrigatório para a maioria dos estrangeiros, incluindo brasileiros. O preenchimento deve ser realizado exclusivamente através do portal oficial do Departamento de Imigração da Malásia (domínio .gov.my). É crucial alertar que o MDAC é gratuito; o viajante deve evitar sites fraudulentos (phishing) que cobram taxas de “processamento” para preencher o formulário.

O MDAC é o pré-requisito técnico para o acesso ao sistema de imigração automatizado (Autogate) para cidadãos de países selecionados, incluindo o Brasil. O registro habilita viajantes brasileiros (portadores de passaportes eletrônicos) a utilizarem os Autogates no KLIA1 e KLIA2. É fundamental destacar que o preenchimento do MDAC é recorrente e deve ser realizado a cada nova entrada no país para validar o acesso. No entanto, o Autogate não é utilizável no exato momento da primeira chegada em solo malaio. De acordo com o protocolo atualizado, a primeira entrada exige a passagem pelo balcão manual para a “verificação e ativação” biométrica do passaporte. O uso do Autogate é liberado apenas para a saída e para todas as entradas subsequentes.

O procedimento deve ser concluído dentro do período de três dias que antecedem a chegada ao país. O MDAC coleta dados de viagem, informações de passaporte e detalhes de contato. A confirmação do MDAC (geralmente um PDF ou e-mail) deve ser apresentada quando solicitada.

Comprovação de saída e solvência financeira

A apresentação de uma passagem aérea de volta confirmada para o Brasil ou de continuação para um terceiro destino é indispensável. Este documento materializa a intenção do viajante de respeitar o limite de 90 dias da isenção de visto. Passagens com datas em aberto ou apenas reservas não pagas podem ser questionadas.

Simultaneamente, a comprovação de fundos é exigida para assegurar que o visitante possui capacidade financeira para custear sua estadia sem recorrer a trabalho ilegal ou assistência pública. Recomenda-se a comprovação de meios de subsistência compatíveis com o período de estadia (mínimo referencial de US$ 100 por dia de permanência). A imigração malaia tem focado mais na comprovação de cartões de crédito internacionais ativos e reservas confirmadas via apps do que em espécie. A moeda local é o Ringgit Malaio (MYR), mas Dólares Americanos (USD) são a referência para comprovação internacional.

Controle de imigração regional: Sabah e Sarawak

Um aspecto frequentemente negligenciado pelos viajantes é a autonomia imigratória dos estados da Malásia Oriental, localizados na ilha de Bornéu: Sabah e Sarawak. Estes estados possuem leis de imigração próprias e mantêm controles de fronteira independentes da Malásia Peninsular (onde fica Kuala Lumpur).

Ao viajar da península para Bornéu (ou entre Sabah e Sarawak), o viajante passará novamente por um controle de imigração, devendo apresentar passaporte. Um novo carimbo de entrada pode ser emitido, embora o tempo total de permanência no país continue vinculado à data da primeira chegada internacional. É crucial estar ciente dessa dupla verificação para evitar transtornos em voos domésticos.

Regulamentações alfandegárias e Taxas Locais

A Malásia possui leis extremamente severas quanto à posse e tráfico de entorpecentes. A pena de morte permanece prevista no código penal para crimes de tráfico, embora a sentença não seja mais mandatória, sujeitando o infrator a penas severas de prisão perpétua e castigos corporais. Viajantes devem ter cautela absoluta e jamais transportar volumes de terceiros.

Além disso, há limites para a entrada de divisas. Valores em espécie superiores a US$ 10.000 (ou equivalente em outras moedas) devem ser declarados obrigatoriamente no formulário de alfândega (Customs Form No. 7). A omissão pode resultar em confisco e multas pesadas.

É importante notar também que todos os turistas estrangeiros devem pagar a Tourism Tax (TTx) de RM 10 por quarto/noite, coletada diretamente pelos hotéis (com exceção de acomodações registradas em programas específicos ou estadias de residentes MM2H).

Visto de Nômade Digital (DE Rantau)

Para além do turismo e da residência permanente, a Malásia oferece o DE Rantau Nomad Pass, uma modalidade extremamente popular para brasileiros que trabalham remotamente. Este visto preenche a lacuna entre a visita curta e a residência de longo prazo, permitindo estadias de 3 a 12 meses (renováveis).

O grande atrativo do DE Rantau é o requisito de renda anual de USD 24.000, um valor muito inferior ao exigido pelo programa MM2H. Ele é voltado para freelancers digitais, contratados independentes e trabalhadores remotos que desejam utilizar a Malásia como base operacional na Ásia.

Residência e estadias prolongadas (MM2H)

Para estrangeiros que planejam residir na Malásia ou permanecer por períodos superiores aos permitidos pelo visto de turismo ou nômade, o programa Malaysia My Second Home (MM2H) apresenta-se como a solução legal mais robusta. Este visto de residência renovável permite estadias de longo prazo e oferece múltiplas entradas.

O programa foi reestruturado e agora opera em um sistema de categorias (tiers), exigindo depósitos financeiros em bancos locais e, em certas modalidades, investimento imobiliário. As categorias principais são:

Categorias e requisitos financeiros do MM2H

Os candidatos devem demonstrar liquidez e realizar depósitos fixos em instituições financeiras malaias. As regras atuais dividem-se em:

  • Nível Silver: Depósito de RM 500.000. O participante pode retirar até 50% do valor após um ano para despesas aprovadas (compra de imóvel, saúde, educação). Visto válido por 5 anos, renovável.
  • Nível Gold: Depósito de RM 2.000.000. Permite retirada parcial após um ano. Visto válido por 15 anos, renovável.
  • Nível Platinum: Depósito de RM 5.000.000. Esta categoria oferece benefícios exclusivos, como a possibilidade de exercer atividades comerciais e de investimento sob condições específicas. Visto válido por 20 anos.

(Os valores em USD são apenas estimativas referenciais e sujeitos à conversão do dia)

Além do capital, há requisitos de idade (geralmente acima de 25 ou 30 anos, dependendo da categoria e zona econômica) e a obrigação de permanência física mínima no país por um total de 90 dias ao ano (cumulativos) para os titulares principais e dependentes.

Aspectos de saúde e precauções locais

A saúde do viajante é uma prioridade. Além da vacina contra a febre amarela, recomenda-se a atualização do calendário vacinal para Tétano, Difteria, Hepatite A e B, e Febre Tifoide. A Malásia é um país tropical e a Dengue é endêmica em muitas regiões, tornando o uso de repelentes uma prática diária essencial.

Outro fator ambiental a considerar é a qualidade do ar. Em determinadas épocas do ano, o país pode ser afetado pelo “haze” (neblina de poluição), proveniente de queimadas regionais. Viajantes com condições respiratórias devem monitorar os índices de qualidade do ar (API) antes e durante a viagem.

Seguro viagem: contexto técnico

Embora o governo da Malásia não exija obrigatoriamente um seguro viagem para a concessão da entrada de turistas brasileiros (exceto em situações pandêmicas específicas que podem ser reativadas), viajar desprotegido para o sudeste asiático representa um risco financeiro incalculável. O sistema de saúde público é reservado aos nacionais, e os custos em hospitais privados de padrão internacional são elevados.

Contudo, para solicitantes do MM2H, é mandatória a contratação de um seguro de saúde local (malaio) ou internacional que tenha aceitação em hospitais privados da rede malaia, independentemente da idade. Uma apólice de seguro robusta garante cobertura integral para emergências médicas, internações hospitalares, tratamentos odontológicos de urgência e repatriação sanitária. Além da saúde, o seguro oferece suporte jurídico e financeiro em casos de extravio de bagagem ou cancelamento de voos, ocorrências comuns em rotas de longa distância com múltiplas conexões.

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Estudo de caso: aplicação prática

O Desafio Um casal de aposentados brasileiros planejava estabelecer uma base na Ásia para desfrutar da aposentadoria, atraídos pelo custo de vida vantajoso e pela localização central da Malásia. Contudo, a limitação de 90 dias do visto de turismo impedia a locação de imóveis residenciais de longo prazo e criava uma insegurança jurídica, obrigando-os a realizar viagens frequentes (“visa runs”) para renovar a estadia, uma prática cada vez mais vigiada pela imigração.

O Problema Ao tentarem aplicar autonomamente para o programa Malaysia My Second Home (MM2H), o casal deparou-se com a complexidade das novas categorias (Silver, Gold, Platinum). A barreira linguística e a dificuldade em comprovar a origem lícita dos fundos para a transferência internacional e constituição do depósito fixo em banco malaio geraram um impasse. A documentação bancária brasileira não estava formatada conforme os padrões exigidos pelas autoridades de Labuan ou Kuala Lumpur.

A Solução e o Resultado A Mundial Vistos realizou uma auditoria completa do perfil financeiro dos clientes. Identificou-se que a categoria Silver atendia perfeitamente às necessidades de moradia e orçamento. A equipe técnica coordenou a tradução juramentada e a legalização consular de todos os extratos e comprovantes de renda. Além disso, estabeleceu-se uma ponte com agentes autorizados na Malásia para a abertura prévia da conta bancária. O processo resultou na aprovação do visto de 5 anos renovável, permitindo que o casal alugasse um apartamento em Penang com total segurança jurídica e status de residente.

Em resumo: pontos fundamentais

  • Isenção de Visto: Brasileiros possuem isenção para turismo e negócios por até 90 dias (Social Visit Pass).
  • Passaporte: Validade mínima obrigatória de 6 meses a partir da data de entrada e páginas em branco.
  • Vacina de Febre Amarela: O CIVP é mandatório, deve ser tomado 10 dias antes do embarque e preferencialmente grampeado ao passaporte.
  • MDAC: Formulário digital gratuito e obrigatório. Habilita Autogates (após a primeira saída).
  • Nômade Digital: Opção de visto (DE Rantau) para trabalho remoto com renda de USD 24k/ano.
  • Imigração Regional: Sabah e Sarawak (Bornéu) possuem controles de imigração adicionais.
  • Passagem de Retorno: Prova documental da intenção de saída do país é exigida.
  • Comprovação Financeira: Recomendável US$ 100 por dia de permanência (cartões/apps preferenciais).
  • MM2H: Programa de residência com depósitos em Ringgit (RM 500k a RM 5m).
  • Drogas: Tolerância zero com penas severas, incluindo prisão perpétua e chibatadas.

Conclusão

A Malásia oferece uma experiência de viagem extraordinária, mas o acesso ao país exige responsabilidade documental desde a fase de planejamento. A isenção de visto facilita o primeiro contato, porém, a conformidade com o MDAC, a vacinação contra febre amarela e os requisitos de validade do passaporte são barreiras intransponíveis sem a devida atenção. Para quem busca mais do que uma visita rápida, os programas de residência como o MM2H e o DE Rantau abrem portas para um estilo de vida privilegiado na Ásia.

Navegar pelas exigências de imigração, seja para turismo ou para a fixação de residência, não deve ser um processo marcado pela incerteza. A Mundial Vistos detém a experiência técnica para transformar a burocracia em um trâmite fluido e seguro. Nossa equipe está preparada para analisar seu perfil, revisar minuciosamente sua documentação e garantir que sua entrada na Malásia ocorra sem imprevistos. Conte com a Mundial Vistos para gerenciar os detalhes legais enquanto você se prepara para explorar este destino único.

Perguntas Frequentes

Brasileiros precisam de visto para a Malásia?

Não, brasileiros são isentos de visto para turismo ou negócios por até 90 dias, mas devem cumprir requisitos de entrada como vacina de febre amarela e preenchimento do MDAC.

O que é o Malaysia Digital Arrival Card (MDAC)?

O MDAC é um formulário digital gratuito e obrigatório que deve ser preenchido no site oficial (.gov.my) três dias antes de cada chegada. Ele habilita o uso dos Autogates, mas apenas a partir da primeira saída do país (a primeira entrada requer balcão manual).

Existe visto para Nômades Digitais na Malásia?

Sim, o DE Rantau Nomad Pass permite que profissionais remotos residam na Malásia por 3 a 12 meses (renováveis), exigindo uma renda anual mínima de USD 24.000.

A vacina de febre amarela é obrigatória para a Malásia?

Sim, a apresentação do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) contra febre amarela é mandatória para brasileiros, devendo ser tomada pelo menos 10 dias antes da viagem.

Como funciona o programa MM2H?

O Malaysia My Second Home (MM2H) é um visto de residência renovável de 5 a 20 anos, que exige depósitos financeiros em Ringgit Malaio (MYR) e cumprimento de requisitos de renda, dividido nas categorias Silver, Gold e Platinum.

Qual a validade necessária do passaporte para entrar na Malásia?

O passaporte deve ter validade mínima de seis meses a contar da data de entrada no país e possuir páginas em branco para os carimbos de imigração.

Dicas e Atrações Turísticas

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Portanto, manter-se informado é mais do que uma recomendação — é uma necessidade.

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