Visto para Macau

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Brasileiros não precisam de visto

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Brasileiros estão isentos de visto para Macau (Autorização de Permanência para fins de Visita) para estadias de até 90 dias. A entrada exige passaporte com validade mínima de 90 dias a partir da entrada, Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) contra Febre Amarela (tomado há pelo menos 10 dias, para procedentes de áreas de risco), passagem de retorno e comprovação de recursos financeiros.

Visto para Macau: requisitos de entrada para brasileiros e documentação necessária

Macau, classificada como uma Região Administrativa Especial (RAE) da República Popular da China, apresenta-se como um destino fascinante que harmoniza a herança cultural luso-chinesa com a modernidade de seus complexos de entretenimento. Para os viajantes brasileiros, a perspectiva de visitar este território é facilitada por acordos diplomáticos sólidos que simplificam a entrada. No entanto, a isenção de visto para Macau não elimina a necessidade de cumprimento rigoroso de outros requisitos migratórios estabelecidos pela Lei Básica da região.

A preparação documental é a base para garantir que a experiência de viagem transcorra sem interrupções ou negativas na fronteira. As autoridades de imigração locais operam com autonomia em relação a Pequim, aplicando critérios específicos de admissão que diferem das regras da China continental.

Compreender as exigências das autoridades locais, desde a validade específica do passaporte até os protocolos sanitários, é vital. Este artigo analisa detalhadamente os procedimentos de imigração, as regras de permanência, as normativas alfandegárias e os aspectos práticos que todo cidadão brasileiro deve observar antes de embarcar para este enclave único na Ásia.

Isenção de visto para Macau: regras para brasileiros

A política migratória vigente favorece significativamente os portadores de passaporte brasileiro. Em virtude do Acordo de Isenção de Vistos entre o Governo da RAE de Macau e o Governo do Brasil, cidadãos brasileiros viajando com finalidade de turismo ou negócios de curta duração estão dispensados da solicitação de visto consular prévio, enquadrando-se na categoria de Autorização de Permanência para fins de Visita.

Esta facilidade permite uma permanência de até 90 dias no território, concedendo flexibilidade para roteiros de lazer, imersão cultural ou reuniões corporativas breves. O período de estadia é contado a partir da data de entrada, sendo fiscalizado rigorosamente pelo Corpo de Polícia de Segurança Pública (CPSP).

É crucial distinguir que Macau opera sob o princípio “Um País, Dois Sistemas”. Isso significa que possui um sistema de imigração autônomo, distinto da China continental e de Hong Kong. Portanto, as regras de isenção aplicáveis a Macau não garantem, automaticamente, a entrada em outras regiões chinesas. O viajante deve tratar a entrada na RAE como um processo independente, sujeito às suas próprias normativas e fiscalizações.

Documentação essencial para a entrada

Apesar da dispensa do visto para Macau para estadias de até 90 dias, a admissão na fronteira está condicionada à apresentação de um conjunto probatório de documentos. A ausência de qualquer um destes itens pode resultar em impedimento de embarque ainda no Brasil ou recusa de entrada na chegada aos postos fronteiriços, como o Aeroporto Internacional de Macau ou o Terminal Marítimo do Porto Exterior.

Passaporte e validade exigida

O passaporte é o documento primário de identificação internacional. De acordo com o Corpo de Polícia de Segurança Pública (CPSP) de Macau, o passaporte deve possuir uma validade mínima de 90 dias no momento da entrada em Macau. Esta norma é o padrão aplicado para evitar conflitos de permanência, embora regras gerais de imigração possam citar prazos menores para estadias curtas.

É importante mencionar que, embora Macau tenha sido uma administração portuguesa e mantenha o idioma português como oficial, a Cédula de Identidade (RG) brasileira não é aceita como documento de viagem para a Ásia. Apenas o passaporte é válido para cruzar a fronteira.

Contudo, seguindo as melhores práticas de viagens internacionais e para evitar conflitos com regras de companhias aéreas ou conexões em países vizinhos, recomenda-se fortemente que o passaporte tenha pelo menos 6 meses de validade a partir da data de entrada. O documento deve estar em bom estado de conservação, sem rasuras, e conter, no mínimo, uma página em branco para os registros migratórios.

Certificado internacional de vacinação ou profilaxia (CIVP)

Um dos requisitos críticos para brasileiros é a comprovação sanitária. Devido à classificação do Brasil como área de risco para transmissão de Febre Amarela pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a apresentação do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) é exigida.

É importante esclarecer que a obrigatoriedade do CIVP em Macau é vinculada à procedência. A exigência aplica-se a viajantes procedentes de áreas de risco ou que tenham transitado por elas por mais de 12 horas. Se o solicitante brasileiro estiver residindo ou em trânsito há mais de 10 dias em um país fora da zona de risco antes de entrar em Macau, a exigência pode ser dispensada. No entanto, portar o certificado é a medida mais segura para evitar contratempos.

A imunização é considerada tecnicamente válida a partir do 10º dia após a aplicação. Portanto, o embarque só é permitido após o 10º dia da data da vacinação. Se o viajante tomar a vacina hoje e viajar amanhã, ele será barrado. Este documento é verificado com rigor pelas companhias aéreas no momento do check-in e pelas autoridades de imigração na chegada.

Passagem aérea de retorno ou continuação

Para comprovar a intenção de não exceder o período de isenção de visto, o viajante deve apresentar uma passagem aérea confirmada de ida e volta. A passagem em aberto geralmente não é aceita como prova válida de saída.

Alternativamente, é aceita uma passagem de continuação para um terceiro país (como Hong Kong, China continental ou Tailândia), desde que o viajante possua os documentos necessários (vistos ou isenções) para entrar nesse próximo destino. Este comprovante demonstra o caráter temporário da visita e a ausência de intenção de imigração ilegal.

Comprovação de meios financeiros

A capacidade de custear a própria estadia sem recorrer a trabalho local ou fundos públicos é uma exigência padrão. Os oficiais de imigração podem solicitar provas de solvência financeira a qualquer momento. Os valores de referência variam conforme a duração da permanência:

  • Estadias de até 7 dias: Mínimo de MOP 5.000 (aproximadamente US$ 623).
  • Estadias de 8 a 14 dias: Mínimo de MOP 10.000.
  • Estadias de 15 a 21 dias: Mínimo de MOP 15.000.
  • Estadias superiores a 21 dias: Mínimo de MOP 20.000.

Estes valores (sujeitos a alterações) podem ser comprovados através de dinheiro em espécie (Patacas, Dólares de Hong Kong ou Dólares Americanos), cartões de crédito internacionais com limite disponível, cheques de viagem ou extratos bancários recentes e legíveis. É aconselhável ter uma combinação destes meios para maior segurança.

Comprovante de acomodação e propósito da viagem

Embora nem sempre solicitado, ter em mãos a reserva de hotel impressa ou digital é uma medida de prudência que agiliza o processo de entrevista na imigração. Caso o viajante fique hospedado na casa de amigos ou familiares, uma carta convite contendo o endereço completo e contato do anfitrião é recomendada.

Atenção ao registro de hóspedes em residências privadas: de acordo com a Lei n.º 16/2021 (Artigo 31.º), se o brasileiro se hospedar em uma residência particular, o anfitrião tem a obrigação legal de informar a estadia ao CPSP no prazo de 24 horas após a chegada. A falha do anfitrião neste procedimento pode causar problemas administrativos para o visitante em futuras entradas.

Além disso, o viajante deve estar apto a declarar verbalmente o propósito da visita (turismo, negócios ou trânsito) de forma clara e consistente com a documentação apresentada. Inconsistências entre o relato verbal e os documentos podem levar a interrogatórios secundários.

Procedimentos de chegada: segurança e ‘arrival card’

Ao passar pelo controle de passaportes, o viajante notará a modernização dos processos. Macau implementou sistemas de reconhecimento facial nos canais de imigração. Embora brasileiros geralmente utilizem o balcão manual, é importante estar ciente de que a coleta de dados biométricos e imagem facial é obrigatória na chegada.

O oficial de imigração emitirá um pequeno papel impresso denominado ‘Slip of Authorization to Stay’ (Autorização de Estadia). Este documento contém os dados do viajante, a data de entrada e a data limite para a permanência legal no território.

É imperativo conservar este comprovante junto ao passaporte durante toda a estadia, pois ele será necessário para eventuais verificações policiais na rua, check-in em hotéis e para o processo de saída. Em caso de perda, o viajante deve dirigir-se imediatamente ao Serviço de Migração para solicitar uma segunda via.

Controle alfandegário e declaração de bens

Além da imigração, o viajante deve estar atento às regras da Alfândega de Macau (Serviços de Alfândega). Existem limites estritos para a entrada de produtos isentos de impostos, como álcool e tabaco. Exceder esses limites exige declaração e pagamento de tributos.

Um ponto crucial refere-se ao transporte de valores em espécie. Conforme a lei local, qualquer pessoa que entre em Macau transportando dinheiro ou instrumentos negociáveis ao portador no valor total igual ou superior a MOP 120.000 (ou equivalente em outra moeda) deve declarar esse fato aos oficiais da alfândega através de formulário específico. A não declaração pode acarretar multas pesadas (valores sujeitos a alterações).

Situações que exigem visto consular prévio

A isenção de visto para Macau não se aplica a todas as circunstâncias. Existem cenários específicos onde a solicitação de uma autorização prévia junto a uma Embaixada ou Consulado da China (que representa os interesses diplomáticos de Macau no exterior) é mandatória. O viajante deve estar atento se o seu caso se enquadra nas seguintes categorias:

  • Permanência superior a 90 dias: Qualquer intenção de ficar além do prazo de isenção exige visto adequado ou pedido de extensão fundamentado.
  • Finalidades específicas: Viagens para fins de trabalho remunerado, residência fixa ou estudos formais de longa duração não são cobertas pela isenção de turismo. O exercício de atividade laboral sem a devida autorização (“Blue Card”) é crime punível com detenção e deportação.
  • Visto de Visita em Grupo: Embora existam vistos de grupo para nacionalidades que não possuem isenção, o brasileiro em excursão vinda da China continental entrará em Macau utilizando sua isenção individual de 90 dias. O que ele precisará, obrigatoriamente, é de um visto (ou isenção de trânsito) para a China Continental para retornar ou ter passado por lá, mas não para Macau. Vale ressaltar que conexões em solo chinês (Mainland China) para chegar a Macau exigem verificação da elegibilidade de trânsito sem visto.
  • Nacionalidades restritas: Cidadãos de países como Bangladesh, Nepal, Nigéria, Paquistão, Sri Lanka e Vietnã devem obter visto prévio, não sendo elegíveis para visto na chegada, diferentemente dos brasileiros.

Para estes casos, as regras devem ser consultadas diretamente no Serviço de Migração da Polícia de Segurança Pública de Macau (CPSP) ou nas representações diplomáticas chinesas no Brasil.

Seguro viagem: exigência técnica e contexto

Diferentemente do Espaço Schengen, Macau não impõe a contratação de seguro viagem como requisito obrigatório para a entrada de turistas brasileiros. No entanto, a ausência de obrigatoriedade legal não diminui a necessidade prática e técnica desta proteção. O sistema de saúde em Macau é dividido entre público e privado, sendo ambos de alta qualidade, mas com custos que podem ser proibitivos para não residentes.

O Centro Hospitalar Conde de São Januário (público) e o Hospital Kiang Wu (privado) cobram valores integrais de turistas em caso de atendimento. Uma simples consulta de emergência ou internação pode gerar despesas de milhares de Patacas. Recomenda-se fortemente que o viajante viaje amparado por uma apólice com ampla cobertura para despesas médicas, hospitalares e de repatriação sanitária.

Além da saúde, o seguro oferece suporte em casos de extravio de bagagem ou cancelamento de voos, situações comuns em viagens de longa distância com múltiplas conexões. Solicite o orçamento de seguro viagem! para garantir sua tranquilidade financeira e física durante a estadia na Ásia, assegurando que imprevistos não comprometam seu orçamento.

Aspectos práticos da estadia em Macau

Para além das formalidades de entrada, o sucesso da viagem depende do conhecimento sobre o funcionamento cotidiano da região. Detalhes sobre moeda, clima e transporte são fundamentais para o planejamento logístico.

Moeda e transações financeiras

A moeda oficial é a Pataca de Macau (MOP), indexada ao Dólar de Hong Kong (HKD). Na prática, o HKD circula livremente e é aceito na maioria dos estabelecimentos, geralmente em paridade de 1:1, embora a taxa oficial valorize ligeiramente o HKD. É comum pagar em HKD e receber o troco em MOP. Cartões internacionais e pagamentos digitais como Alipay e WeChat Pay são amplamente difundidos, mas ter dinheiro em espécie é útil para pequenas despesas em lojas tradicionais.

Clima e sazonalidade

O clima subtropical úmido dita a melhor época para visitar. O outono (setembro a novembro) oferece temperaturas amenas e menos chuvas, sendo ideal para turismo. O verão é quente, úmido e chuvoso, coincidindo com a temporada de tufões (maio a setembro). Durante a passagem de um tufão, se o sinal 8 ou superior for içado, o transporte público para e as pontes entre a península e as ilhas podem fechar.

Transporte e conectividade

A mobilidade é facilitada por uma rede de ônibus eficiente, táxis e o sistema de Metro Ligeiro (LRT) na área da Taipa e Cotai. Uma particularidade de Macau são os shuttles gratuitos oferecidos por cassinos e hotéis, que conectam os principais pontos de entrada (porto, aeroporto, fronteiras) aos complexos turísticos.

A conexão com Hong Kong é rápida via ferry ou pela ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau (HZMB). Viajantes que optam pela entrada via ponte HZMB devem verificar se o transporte (shuttle bus) exige reserva antecipada em períodos de feriados chineses (como o Ano Novo Lunar), o que pode impactar a logística de chegada.

Estudo de caso: aplicação prática

O Desafio: Um casal de brasileiros planejou uma viagem combinada (“multi-city”) entre Tailândia, Hong Kong e Macau. Focados nos roteiros turísticos e na gastronomia, compraram as passagens e reservaram hotéis de luxo na Cotai Strip, assumindo que, por não precisarem de visto para Macau, a entrada seria automática apenas com o passaporte brasileiro.

O Problema: Ao realizarem o check-in para o voo de Bangkok com destino a Macau, a companhia aérea solicitou o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) contra a Febre Amarela. O casal possuía a carteira de vacinação nacional antiga (papel branco), mas não havia emitido o certificado internacional exigido pela Anvisa para viajantes internacionais, nem havia tomado a vacina há mais de 10 dias, requisito essencial para a validade da imunização.

A Solução e o Resultado: Infelizmente, devido à regra sanitária de 10 dias de antecedência para a vacina, o embarque foi negado para aquele voo específico. Eles tiveram que remarcar a viagem e permanecer na Tailândia para aguardar o prazo de validade da vacina após uma aplicação emergencial em uma clínica local e a emissão do CIVP digital. Este caso ilustra que a isenção de visto não isenta o viajante das exigências sanitárias, sendo o CIVP um documento tão crucial quanto o passaporte para portadores de passaporte brasileiro na Ásia.

Em resumo: pontos fundamentais

  • Isenção de Visto: Brasileiros não precisam de visto para turismo ou negócios por até 90 dias (Visto de Visitante).
  • Passaporte: Deve ter validade mínima de 90 dias no momento da entrada em Macau (recomendado 6 meses). O RG brasileiro não é aceito.
  • Vacina Obrigatória: O CIVP contra Febre Amarela é exigido para procedentes de áreas de risco e o embarque só é permitido após o 10º dia da data da vacinação.
  • Comprovantes de Entrada: Passagem de volta confirmada e comprovante de recursos financeiros (aprox. MOP 5.000 para 7 dias) são exigidos.
  • Autorização de Estadia: Guarde o ‘Slip of Authorization’ recebido na imigração até o momento da saída.
  • Declaração de Valores: Valores em espécie acima de MOP 120.000 devem ser declarados na alfândega.
  • Moeda: Patacas e Dólares de Hong Kong são aceitos; leve um adaptador de tomada universal (padrão britânico é comum).

Planejar uma viagem para o outro lado do mundo exige atenção aos detalhes burocráticos para que o foco permaneça na experiência cultural e turística. A isenção de visto para Macau é um grande benefício diplomático, mas a responsabilidade documental recai inteiramente sobre o viajante.

Na Mundial Vistos, entendemos que cada detalhe conta. Se você precisa de assessoria para vistos de longa duração, dúvidas sobre documentação específica ou suporte para outros destinos na Ásia que exijam visto consular (como a China continental), nossa equipe está preparada para auxiliar. Transforme sua preparação em um processo seguro e eficiente com a experiência da Mundial Vistos.

Perguntas Frequentes

Brasileiros precisam de visto para entrar em Macau?

Não. Cidadãos brasileiros estão isentos de visto (Autorização de Permanência para fins de Visita) para turismo ou negócios por um período de até 90 dias, bastando apresentar passaporte válido e comprovantes de viagem.

É obrigatório tomar vacina de febre amarela para ir a Macau?

A exigência depende da procedência. O CIVP é obrigatório para viajantes procedentes de áreas de risco (como o Brasil) ou que tenham transitado por elas por mais de 12 horas. A vacina deve ser tomada com no mínimo 10 dias de antecedência para ser considerada válida para o embarque.

Posso entrar na China continental com o visto de Macau?

Não. Macau é uma Região Administrativa Especial com regras próprias. A isenção de visto para Macau não permite a entrada na China continental, que exige um visto chinês específico solicitado previamente.

Qual a validade mínima do passaporte para viajar para Macau?

O passaporte deve possuir uma validade mínima de 90 dias no momento da entrada em Macau. Porém, recomenda-se 6 meses de validade para evitar problemas com companhias aéreas e conexões internacionais.

Qual moeda devo levar para uma viagem a Macau?

A moeda oficial é a Pataca (MOP), mas o Dólar de Hong Kong (HKD) é amplamente aceito em quase todos os estabelecimentos. Recomenda-se levar Dólares Americanos ou Euros para trocar localmente por HKD ou MOP.

Dicas e Atrações Turísticas

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