Visto para Ilhas Salomão

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Brasileiros não precisam de visto

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Resposta Rápida:

Brasileiros a turismo para as Ilhas Salomão recebem Visitor’s Permit (30 dias) na chegada. É obrigatório preencher o Solomon Islands Digital Arrival Card (EnterSolomons) online até 72h antes. Exige-se passaporte (6 meses validade), passagem de retorno, Certificado Internacional de Vacinação contra Febre Amarela (10 dias antes), comprovação de fundos e acomodação. Vistos de trânsito para Austrália/Nova Zelândia são geralmente necessários. Para estadias longas, contatar missões diplomáticas na Oceania. Atenção à declaração de moeda, à proibição de plásticos de uso único, à autorização prévia para drones e ao protocolo de saúde para malária pós-viagem.

Requisitos de entrada e visto para Ilhas Salomão para brasileiros

As Ilhas Salomão, um arquipélago soberano na Melanésia, representam um dos destinos mais autênticos e logisticamente complexos do Oceano Pacífico Sul. Para cidadãos brasileiros, a viagem a este destino exige um planejamento que vai muito além da compra de passagens aéreas. A distância geográfica e a ausência de representação consular direta no Brasil tornam a preparação documental uma etapa crítica e eliminatória.

Diferente de destinos turísticos massificados, as Ilhas Salomão operam com protocolos de imigração rigorosos, desenhados para proteger sua biodiversidade única e sua estrutura social tradicional. O viajante brasileiro deve estar ciente de que, embora a política de vistos seja facilitada para o turismo, o controle de fronteira em Honiara é minucioso.

Atualmente, a entrada de brasileiros é regida por permissões concedidas na chegada, mas condicionadas a uma série de pré-requisitos sanitários e financeiros. A falha em apresentar um único documento, como o certificado de vacinação internacional no prazo correto, resulta invariavelmente em deportação ou recusa de embarque ainda na origem.

Este artigo técnico, elaborado pelos especialistas da Mundial Vistos, detalha exaustivamente as exigências migratórias, sanitárias e logísticas para garantir sua entrada segura neste território singular.

Política de Permissão na Chegada (Visitor’s Permit)

Para fins exclusivos de turismo, lazer ou visitas de negócios de curta duração, o governo das Ilhas Salomão autoriza cidadãos brasileiros a obterem a permissão de entrada diretamente no aeroporto, dispensando o trâmite consular prévio. O procedimento adotado é a emissão de um Visitor’s Permit (Permissão de Visitante) na chegada.

Características da Permissão de Visitante

Esta permissão é concedida no porto de entrada, majoritariamente no Aeroporto Internacional de Honiara (HIR), após a inspeção primária da imigração. As condições específicas incluem:

  • Validade: A permissão inicial é válida por até 30 dias, podendo ser prorrogada junto ao Departamento de Imigração em Honiara.
  • Natureza: É uma concessão discricionária. O oficial de imigração concede a permissão com base na data do seu bilhete de saída, não ultrapassando o limite inicial de 30 dias, e detém a autoridade final para determinar o tempo de permanência ou negar a entrada caso suspeite das intenções do viajante.
  • Extensão: Caso o visitante deseje permanecer por mais tempo, é possível solicitar uma extensão da permissão junto ao Departamento de Imigração em Honiara. Este processo deve ser iniciado semanas antes do vencimento do visto original e envolve o pagamento de taxas administrativas.

É fundamental compreender que a permissão na chegada não significa “entrada livre”. Trata-se de uma facilidade burocrática que transfere a análise documental para o momento do desembarque. Portanto, a documentação em mãos deve ser tão completa quanto a exigida em um consulado.

Vistos para Negócios, Trabalho e Residência

Para atividades que excedam o escopo de turismo ou reuniões de negócios breves, as regras mudam drasticamente. Brasileiros que pretendem trabalhar, realizar pesquisas acadêmicas, atividades religiosas ou residir nas Ilhas Salomão não podem utilizar o Visitor’s Permit.

Nesses casos, a solicitação de visto deve ser feita antes da viagem. Devido à inexistência de embaixada das Ilhas Salomão no Brasil, o processo deve ser tramitado através do Alto Comissariado das Ilhas Salomão em Camberra (Austrália) ou outras missões diplomáticas na região do Pacífico. Este trâmite é complexo, demorado e frequentemente exige a intermediação de um patrocinador local (empresa ou organização) que se responsabilize pelo solicitante perante o Diretor de Imigração.

Documentação mandatória para embarque e fronteira

A conferência documental para este destino começa muito antes da chegada a Honiara. As companhias aéreas que conectam o Brasil ao Pacífico (geralmente via Santiago, Auckland ou hubs australianos) são instruídas a negar o embarque de passageiros que não cumpram integralmente os requisitos abaixo.

Passaporte e validade técnica

O passaporte brasileiro é o único documento de identificação internacional aceito. Ele deve cumprir rigorosamente os seguintes critérios:

  • Validade Mínima: Deve possuir, no mínimo, 6 meses de validade restante a contar da data prevista de chegada às Ilhas Salomão. Passaportes que vençam durante a estadia ou logo após o retorno não serão aceitos.
  • Estado de Conservação: O documento não pode apresentar rasuras, descolamentos ou danos por água. A leitura mecânica dos dados deve estar intacta.
  • Páginas Livres: Recomenda-se ter ao menos duas páginas em branco para os carimbos de entrada e saída, além de eventuais carimbos de trânsito em países de conexão.

Certificado Internacional de Vacinação (CIVP) – Febre Amarela

Este é o ponto de maior incidência de problemas para viajantes brasileiros. As Ilhas Salomão aplicam uma política de tolerância zero quanto à Febre Amarela.

  • Obrigação: Apresentação do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) original.
  • Regra dos 10 Dias: A vacina deve ter sido administrada pelo menos 10 dias antes da data de embarque. Este período é o tempo necessário para o organismo desenvolver imunidade. Se o viajante tomar a vacina 9 dias antes do voo, a entrada será negada.
  • Isenção Médica: Caso haja contraindicação médica para a vacina, deve-se apresentar um atestado médico oficial traduzido e juramentado, embora isso possa sujeitar o viajante a quarentena ou monitoramento.

Passagem de retorno ou continuação

A apresentação de um bilhete aéreo confirmado de saída das Ilhas Salomão é obrigatória. O oficial de imigração precisa ter a garantia de que o viajante deixará o país dentro do prazo de 30 dias.

  • Passagens “One-Way”: Viajar apenas com a passagem de ida é motivo suficiente para recusa de entrada (Inadmissibility), pois caracteriza risco migratório.
  • Conexões: Se o bilhete de saída for para um terceiro país, o viajante deve provar que possui permissão de entrada nesse destino final (visto ou passaporte aceito).

Comprovação de solvência financeira

O custo de vida nas Ilhas Salomão para turistas pode ser elevado devido à dependência de produtos importados. A imigração exige provas de que o visitante pode se sustentar sem recorrer a trabalho ilegal ou fundos públicos.

Meios de comprovação aceitos:

  • Dinheiro em espécie (Dólares Americanos ou Australianos);
  • Extratos bancários recentes de contas correntes ou investimentos;
  • Fatura de cartão de crédito internacional com limite disponível visível.

É crucial que as notas de USD ou AUD estejam em perfeito estado (séries novas), pois notas rasgadas, antigas ou danificadas são sistematicamente rejeitadas pelos bancos e casas de câmbio.

Comprovante de acomodação

O formulário de desembarque exige o endereço físico da estadia. O viajante deve portar:

  • Reserva de hotel ou resort confirmada (voucher impresso);
  • Carta convite assinada por um residente legal ou cidadão, contendo endereço completo e contatos telefônicos, caso fique em casa de terceiros.

Cartão de Entrada Digital (EnterSolomons)

Desde o final de 2024, o preenchimento do formulário físico de imigração e saúde foi substituído pelo sistema digital Solomon Islands Digital Arrival Card (EnterSolomons). Este registro online é obrigatório e deve ser completado em até 72 horas antes da chegada em Honiara.

  • Processo: O viajante deve acessar o portal oficial do governo das Ilhas Salomão e preencher o formulário digital, que abrange informações de imigração e saúde.
  • QR Code: Após o preenchimento, um QR Code é gerado. Este código é essencial e deve ser apresentado no embarque e na chegada.
  • Consequências da Ausência: A falta do QR Code gerado pelo sistema pode resultar em impedimento de embarque pelas companhias aéreas (como Qantas ou Solomon Airlines) ou na aplicação de multas significativas na chegada.
  • Dica de Conectividade: O Wi-Fi do Aeroporto Internacional de Honiara (HIR) pode ser instável. Recomenda-se portar o QR Code e todos os comprovantes de acomodação e passagem de retorno em formato offline (PDF no celular) ou impressos para evitar problemas no desembarque.

Alerta Logístico: Vistos de Trânsito (Austrália e Nova Zelândia)

Um erro comum no planejamento de brasileiros é focar apenas no destino final e esquecer as conexões. Não existem voos diretos do Brasil para as Ilhas Salomão.

As rotas mais comuns envolvem conexões na Austrália (Brisbane) ou Nova Zelândia (Auckland). Ambos os países exigem Visto de Trânsito para cidadãos brasileiros, mesmo que o passageiro não saia do aeroporto e a conexão seja curta.

  • Austrália: Cidadãos brasileiros não possuem privilégios de trânsito sem visto (TWOV) na Austrália. É imperativo obter o visto de trânsito (Subclass 771). Recomenda-se o início do processo com 6 semanas de antecedência para prever o agendamento de biometria, se solicitado. A coleta de biometria para o trânsito australiano é presencial e obrigatória para cada nova solicitação de visto Subclass 771, não havendo reaproveitamento de dados de outros países. Apesar da isenção da taxa consular pelo governo, a taxa de conveniência do centro de coleta de biometria é obrigatória e deve ser paga no momento do agendamento. Para o visto Subclass 771, o governo australiano tornou-se mais rigoroso em 2025. Além da passagem para as Ilhas Salomão, o solicitante deve anexar evidências de que possui estabilidade no Brasil (extratos bancários ou holerites), para provar que o trânsito não é uma tentativa de migração irregular.
  • Nova Zelândia: Exige a NZeTA (New Zealand Electronic Travel Authority) ou visto de trânsito específico. É importante ressaltar que a NZeTA tem validade de 2 anos ou até a expiração do passaporte, o que ocorrer primeiro, e pode ser reutilizada para múltiplas entradas ou trânsitos, o que é um benefício para viajantes frequentes ao Pacífico.

A falta desses vistos de trânsito impedirá o embarque ainda no aeroporto brasileiro.

Protocolos de Saúde e Riscos Sanitários

A infraestrutura médica nas Ilhas Salomão é extremamente limitada, o que exige do viajante uma postura preventiva rigorosa.

Malária e Vetores

As Ilhas Salomão são uma zona de alta transmissão de Malária. O risco existe durante todo o ano e em todas as ilhas.

  • Profilaxia: É altamente recomendável consultar um médico infectologista no Brasil para prescrever a profilaxia medicamentosa adequada (antimaláricos) para a região.
  • Prevenção Mecânica: O uso de repelentes com alta concentração de DEET ou Icaridina é obrigatório. Recomenda-se o uso de roupas de mangas longas e calças tratadas com permetrina, especialmente ao amanhecer e entardecer.
  • Outras Doenças: Dengue, Zika e Chikungunya também circulam no arquipélago. Não há vacinas ou remédios preventivos para estas, reforçando a necessidade de evitar picadas.
  • Protocolo Pós-Viagem: Devido à alta incidência de Malária Falciparum (a forma mais grave), recomenda-se informar ao médico sobre a viagem caso o viajante apresente febre em até 6 meses após o retorno ao Brasil.

Infraestrutura Hospitalar

O Hospital Nacional de Referência em Honiara oferece serviços básicos e frequentemente enfrenta escassez de medicamentos e suprimentos. Nas ilhas remotas (Western Province, Malaita, etc.), o acesso à saúde é precário ou inexistente.

Qualquer emergência médica grave (acidente de mergulho, trauma, doença súbita) exigirá evacuação aeromédica para a Austrália. O custo de um voo de UTI aérea pode ultrapassar dezenas de milhares de dólares.

Regulamentações de Biossegurança e Alfândega

As Ilhas Salomão possuem rigorosos controles de biossegurança para proteger sua flora e fauna únicas de pragas e doenças. A fiscalização é intensa, especialmente contra a introdução de espécies invasoras como a formiga-de-fogo.

  • Declaração Obrigatória: É obrigatório declarar qualquer equipamento de mergulho, trilha, camping ou pesca que contenha vestígios de solo, areia, água ou matéria orgânica de outros países. Isso inclui calçados, roupas e equipamentos esportivos.
  • Limpeza: Certifique-se de que todos os itens estejam impecavelmente limpos antes de viajar.
  • Consequências da Não Declaração: A não declaração de itens de risco, como calçados sujos, pode gerar multas de até 3.000 SBD no ato, além da apreensão e desinfecção dos materiais.

Proibição de Plásticos de Uso Único

Em 2025, as Ilhas Salomão endureceram a legislação ambiental. A entrada de sacolas plásticas de uso único e canudos na bagagem pode gerar advertências ou multas na inspeção de biossegurança. Recomenda-se o uso de sacolas reutilizáveis e evitar plásticos descartáveis.

Limitações de Drones

Muitos turistas viajam para as Ilhas Salomão para filmagens. Em 2025, o uso de drones exige autorização prévia da Civil Aviation Authority of Solomon Islands (CAASI). A entrada com drones não declarados pode resultar em retenção do equipamento na alfândega.

Seguro Viagem: Uma necessidade técnica

Diante do cenário exposto, viajar sem um seguro viagem robusto é uma imprudência financeira grave. O seguro deve cobrir:

  • Despesas médicas e hospitalares (DMH) com valor elevado;
  • Repatriação sanitária e funerária;
  • Evacuação médica de emergência (Medevac);
  • Cobertura para esportes de aventura (mergulho), se aplicável.

Para o público de mergulho (citado no estudo de caso), é crucial que o seguro tenha cobertura específica para Câmara Hiperbárica. A única câmara funcional na região muitas vezes requer garantia de pagamento imediato ou evacuação para Townsville (Austrália), o que pode gerar custos altíssimos sem a cobertura adequada.

Aspectos Financeiros e Culturais

Moeda e Câmbio

A moeda oficial é o Dólar das Ilhas Salomão (SBD). O Real (BRL) não tem conversibilidade no país.

  • Estratégia: Leve Dólares Australianos (AUD) ou Americanos (USD) em espécie. A troca deve ser feita no aeroporto ou nos bancos em Honiara (BSP, ANZ, Pan Oceanic Bank).
  • Cartões: Aceitos apenas em grandes hotéis e alguns restaurantes na capital. Em vilarejos e ilhas menores, o pagamento é exclusivamente em dinheiro vivo (cash).
  • Caixas Eletrônicos (ATMs): Disponíveis em Honiara, Gizo e Munda, mas sujeitos a falhas de sistema e falta de cédulas.

Declaração de Moeda

O viajante deve estar ciente de que a entrada ou saída das Ilhas Salomão com valores equivalentes ou superiores a 50.000 SBD (aproximadamente 6.000 USD) deve ser declarada obrigatoriamente à alfândega em Honiara. A omissão desta declaração pode resultar em confisco imediato dos valores.

Taxas de Partida em Voos Domésticos

Ao planejar viagens internas para ilhas remotas como a Lagoa Marovo, é crucial estar ciente de que voos domésticos saindo de aeródromos menores podem exigir uma taxa de partida (Departure Tax). Esta taxa é geralmente paga em espécie (SBD) no momento do check-in e pode variar entre 20 a 50 SBD. Muitos aeródromos de grama não possuem sistema de cartão, portanto, tenha sempre dinheiro local em pequenas denominações.

O “Kastom” e Etiqueta

O sistema social é regido pelo “Kastom” (costume tradicional). O desrespeito a essas normas pode gerar problemas legais e de segurança.

  • Taxas de Acesso (Kastom Fees): Praias, trilhas, cachoeiras e recifes são frequentemente propriedades privadas de clãs. Nunca entre sem permissão. Espere pagar uma taxa diretamente aos proprietários para visitar ou tirar fotos.
  • Vestimenta: A sociedade é conservadora. Roupas de banho são restritas às praias dos resorts. Em áreas públicas e vilarejos, mulheres devem cobrir coxas e ombros. Homens devem evitar andar sem camisa fora da praia.
  • Tabus: Existem locais sagrados (Skull Islands, santuários) onde a entrada de mulheres ou estrangeiros pode ser proibida. Sempre consulte um guia local.

Estudo de caso prático: Aventura na Lagoa Marovo

O Desafio Um grupo de mergulhadores brasileiros organizou uma expedição de 30 dias focada nos naufrágios da Segunda Guerra Mundial na região da Lagoa Marovo. O planejamento logístico dos equipamentos foi perfeito, mas a verificação documental sanitária foi deixada para a última semana.

O Problema Faltando cinco dias para o voo, a consultoria da Mundial Vistos detectou que dois membros do grupo haviam renovado a vacina de Febre Amarela apenas 3 dias antes. O Regulamento Sanitário Internacional e a lei das Ilhas Salomão exigem maturação de 10 dias. O sistema da companhia aérea bloquearia o check-in, pois a data da vacina inserida no sistema invalidaria o embarque imediato.

A Solução e o Resultado A intervenção técnica foi imediata: as passagens desses dois integrantes foram remarcadas para 7 dias após a data original. Isso garantiu que, no momento do novo embarque, o prazo de 10 dias já estivesse cumprido. Adicionalmente, foi providenciada a emissão de apólices de seguro com cobertura específica para evacuação por descompressão, dado o perfil do mergulho.

A Lição Em destinos remotos, a regra sanitária é binária e inviolável. O prazo de validade da imunização é tão crítico quanto o passaporte. A auditoria prévia de documentos por especialistas não é um luxo, mas a única garantia de que o investimento na viagem não será perdido no balcão do check-in.

Conclusão

As Ilhas Salomão oferecem uma das últimas fronteiras de exploração genuína no Pacífico, com recifes intocados e uma cultura vibrante. No entanto, o privilégio de visitar este arquipélago vem acompanhado da responsabilidade de cumprir requisitos burocráticos estritos.

A preparação para esta jornada exige atenção aos detalhes: desde a validade do passaporte e a precisão das vacinas até os vistos de trânsito para as conexões na Austrália, o preenchimento do formulário digital obrigatório, a declaração de moeda e a atenção às proibições de plásticos de uso único. Não há margem para improviso na fronteira.

A Mundial Vistos atua como sua parceira estratégica, auditando cada documento e orientando sobre os complexos trâmites de saúde e imigração. Nossa experiência garante que sua única preocupação seja aproveitar as belezas naturais de Honiara e além. Entre em contato conosco para estruturar sua viagem com segurança jurídica e sanitária.

Perguntas Frequentes

Brasileiros precisam de visto antecipado para as Ilhas Salomão?

Não para turismo. Brasileiros recebem um Visitor’s Permit válido por até 30 dias ao desembarcar no país, desde que apresentem toda a documentação exigida (passaporte, vacina, passagem de volta e fundos).

É necessário preencher algum formulário digital antes de viajar para as Ilhas Salomão?

Sim, é obrigatório preencher o Solomon Islands Digital Arrival Card (EnterSolomons) online em até 72 horas antes da chegada. Um QR Code será gerado e deve ser apresentado no embarque e na imigração.

Qual é a regra da vacina de Febre Amarela para entrar nas Ilhas Salomão?

É obrigatório apresentar o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) contra Febre Amarela. A vacina deve ter sido tomada pelo menos 10 dias antes da data da viagem. Sem isso, a entrada é negada.

Preciso de visto de trânsito para chegar às Ilhas Salomão?

Sim, na maioria dos casos. Como não há voos diretos do Brasil, as rotas comuns passam pela Austrália ou Nova Zelândia. Brasileiros necessitam de visto de trânsito para ambos os países. Para a Austrália (Subclass 771), apesar da isenção da taxa consular pelo governo, a taxa de conveniência do centro de coleta de biometria é obrigatória e deve ser paga no momento do agendamento. A coleta de biometria é presencial e obrigatória para cada nova solicitação, não havendo reaproveitamento de dados de outros países. Além disso, o governo australiano tornou-se mais rigoroso em 2025, exigindo evidências de estabilidade no Brasil (extratos bancários ou holerites) para provar que o trânsito não é uma tentativa de migração irregular. Recomenda-se iniciar o processo com 6 semanas de antecedência. Para a Nova Zelândia, é exigida a NZeTA (New Zealand Electronic Travel Authority) ou visto de trânsito específico, e a NZeTA tem validade de 2 anos ou até a expiração do passaporte, o que ocorrer primeiro, podendo ser reutilizada para múltiplas entradas ou trânsitos.

Qual a validade exigida do passaporte para viajar para as Ilhas Salomão?

O passaporte brasileiro deve ter validade mínima de 6 meses a contar da data de chegada nas Ilhas Salomão. Documentos com validade inferior não são aceitos.

Qual moeda devo levar para as Ilhas Salomão?

A moeda local é o Dólar das Ilhas Salomão (SBD). O Real brasileiro não é aceito. Recomenda-se levar Dólares Australianos (AUD) ou Americanos (USD) em espécie, em notas novas e em perfeito estado, para realizar o câmbio no país. Traveller’s checks não são mais amplamente aceitos. Valores iguais ou superiores a 50.000 SBD (aprox. 6.000 USD) devem ser declarados à alfândega.

Existem restrições ambientais ou de biossegurança importantes nas Ilhas Salomão?

Sim, as Ilhas Salomão possuem rigorosos controles de biossegurança. É obrigatório declarar equipamentos de mergulho, trilha, camping ou pesca que contenham vestígios de solo ou matéria orgânica. Além disso, a entrada de sacolas plásticas de uso único e canudos é proibida e pode gerar multas. Em 2025, o uso de drones exige autorização prévia da Civil Aviation Authority of Solomon Islands (CAASI), e a entrada com drones não declarados pode resultar em retenção do equipamento.

É recomendado ter seguro viagem para as Ilhas Salomão?

Sim, é altamente recomendado ter um seguro viagem robusto que cubra despesas médicas e hospitalares, repatriação e evacuação médica de emergência. Para mergulhadores, é crucial que o seguro inclua cobertura para Câmara Hiperbárica, devido à infraestrutura médica limitada na região. Devido à alta incidência de Malária Falciparum, recomenda-se informar ao médico sobre a viagem caso o viajante apresente febre em até 6 meses após o retorno ao Brasil.

Dicas e Atrações Turísticas

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É fundamental planejar sua viagem internacional com máxima antecedência para garantir uma experiência tranquila e sem contratempos. Certifique-se de estar a par das exigências vitais e dos documentos necessários para o seu destino. Dependendo do país, pode ser imprescindível apresentar certificados de vacinação atualizados, um seguro de viagem internacional robusto, e outros requisitos essenciais. Lembre-se, as regulamentações são dinâmicas e podem sofrer alterações inesperadas.
Portanto, manter-se informado é mais do que uma recomendação — é uma necessidade.

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