Visto para Comores

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Brasileiros precisam de visto

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Resposta Rápida:

Brasileiros precisam de visto para entrar na Comores, mas ele é geralmente emitido na chegada (Visa on Arrival) nos aeroportos internacionais. O visto de turismo permite estadia de até 45 dias e custa oficialmente 30 Euros, mas é recomendável portar 50 Euros (pagamento em espécie recomendado). É obrigatória a apresentação do Certificado Internacional de Vacinação contra Febre Amarela (CIVP), passaporte válido por 6 meses e com pelo menos duas páginas em branco, e bilhete de retorno.

Visto para Comores: O que você precisa saber para conseguir o seu

As Comores, conhecidas como as “Ilhas do Perfume”, oferecem uma experiência de Oceano Índico completamente distinta das vizinhas Seychelles ou Maurício. Aqui, o turismo de massa ainda não chegou, o que garante autenticidade, mas também exige do viajante brasileiro uma preparação burocrática impecável. A infraestrutura governamental comoriana, embora em modernização, ainda depende majoritariamente de processos presenciais e documentação física.

Para cidadãos brasileiros, a entrada na União da Comores é regida pelo sistema de Visto na Chegada (Visa on Arrival – VoA). Devido à instabilidade das plataformas digitais locais, não se recomenda o uso de e-Visas. O método oficial e seguro permanece sendo o Visto na Chegada. Portanto, não é necessário comparecer a uma embaixada antes da viagem para turismo, mas isso não significa que a entrada seja automática. O oficial de imigração no Aeroporto Internacional Príncipe Said Ibrahim (em Moroni) tem autoridade total para negar a entrada se a documentação apresentada no guichê não estiver em perfeita ordem.

Como funciona o Visto na Chegada (VoA)

Ao desembarcar em Grande Comore (Ngazidja), você será direcionado aos guichês de imigração. O processo é presencial e, por vezes, moroso. O visto de turismo padrão concede uma permanência de 45 dias. Embora a legislação preveja a extensão desse prazo junto ao Ministério do Interior em Moroni, a concessão inicial é feita ali, no momento do carimbo.

A biometria (foto e impressões digitais) é geralmente coletada no local. É vital manter a calma e a cordialidade; a cultura local valoriza o respeito e a paciência, e demonstrar irritação com a demora pode complicar sua admissão.

Taxas Consulares: A Regra do Dinheiro Vivo

A emissão do visto envolve uma taxa governamental. A taxa oficial para o visto de turismo de 45 dias é de 30 Euros (ou 15.000 KMF). Recomenda-se, no entanto, portar 50 Euros em espécie para cobrir eventuais taxas administrativas ou variações cambiais.

Alerta Crítico: O sistema de pagamento no aeroporto raramente aceita cartões de crédito internacionais. A infraestrutura de telecomunicações pode falhar, inutilizando as máquinas de cartão (POS). Você deve levar o valor da taxa em espécie. Devido à indexação da moeda local (Franco Comoriano – KMF) ao Euro, a moeda europeia é amplamente preferida e aceita em relação ao Dólar Americano. Leve notas novas, sem rasgos ou rabiscos.

Documentação: O Que Levar Impresso

A regra de ouro para a imigração comoriana é: se não está impresso, não existe. Não confie em mostrar reservas na tela do celular, pois a bateria pode acabar ou o oficial pode exigir o documento físico para arquivo.

Prepare uma pasta contendo:

  • Passaporte: Validade mínima de 6 meses a partir da data de entrada e com no mínimo duas páginas em branco para a aposição de carimbos e do selo do visto.
  • Certificado Internacional de Vacinação (CIVP): Comprovante da vacina contra Febre Amarela. Item obrigatório para brasileiros.
  • Bilhete de Retorno: A prova impressa de que você sairá do país dentro dos 45 dias.
  • Comprovante de Hospedagem: Reserva de hotel confirmada ou, se ficará em casa de amigos, uma Attestation d’hébergement (certificado de hospedagem) que deve ser carimbada pela autoridade local (Prefeitura/Mairie) antes da sua chegada. Uma simples carta assinada à mão não tem validade legal.

Saúde: Febre Amarela e Malária

Além da burocracia do passaporte, a barreira sanitária é rígida. O Brasil consta na lista de risco para Febre Amarela da OMS, tornando o CIVP um documento de porte obrigatório. Sem ele, a deportação é quase certa.

Outro ponto de atenção é a malária. A Comores são uma zona endêmica de transmissão, principalmente do tipo Plasmodium falciparum. Embora não haja vacina exigida para malária, o uso de repelentes de alta eficácia e quimioprofilaxia (consulte seu médico infectologista) são medidas de segurança pessoal indispensáveis.

Taxa de Saída (Departure Tax)

Além da taxa de visto, esteja ciente de que alguns aeroportos na Comores podem cobrar uma Taxa de Saída (Departure Tax) em espécie, geralmente no valor de aproximadamente 10 a 20 Euros, após o check-in, caso não esteja inclusa no bilhete aéreo. É fundamental reservar um valor em dinheiro para esta eventualidade, pois o viajante que gasta todo o dinheiro na estadia pode ter problemas ao embarcar.

A Grande importância do Seguro Viagem

As leis de imigração da Comores não exigem explicitamente um seguro viagem para emitir o visto de turismo, mas viajar para o arquipélago sem cobertura é um risco financeiro imenso. A infraestrutura médica local é básica. Para qualquer emergência complexa — desde uma fratura exposta até uma apendicite — a conduta padrão é a evacuação aeromédica para a ilha francesa de Mayotte, Reunião ou para a África do Sul.

Uma evacuação de emergência no Oceano Índico pode custar dezenas de milhares de dólares. Um seguro robusto garante não apenas o transporte médico, mas também cobre extravio de bagagem e cancelamentos, frequentes em conexões na região.

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Estudo de Caso Prático: O Deslize de Roberto em Moroni

Para ilustrar a realidade, considere o caso de Roberto (nome fictício), um fotógrafo de natureza. Roberto embarcou para a Comores com todos os documentos, mas cometeu um erro estratégico: confiou apenas no seu cartão de crédito ilimitado e levou apenas 20 dólares em espécie.

Ao chegar no guichê de imigração em Hahaya, o sistema de cartões do aeroporto estava fora do ar devido a uma oscilação na internet local. O oficial recusou o pagamento em cartão. Roberto não tinha Euros em espécie suficientes para pagar a taxa do visto. Ele ficou retido na área de trânsito por 4 horas, sem acesso à bagagem ou alimentação, até conseguir contatar o gerente do hotel via Wi-Fi precário. O hotel teve que enviar um funcionário ao aeroporto com dinheiro vivo para ‘resgatar’ Roberto, pagando a taxa em Francos Comorianos. O transtorno custou meio-dia de viagem e muito estresse.

A Lição: A tecnologia falha; o dinheiro vivo (especialmente Euro) é a única garantia de fluxo rápido na fronteira.

Embaixadas e Vistos de Longa Duração

O Brasil não possui embaixada residente na Comores (o atendimento é cumulativo pela Embaixada em Dar es Salaam, Tanzânia). Reciprocamente, a Comores não possuem embaixada em Brasília. A representação diplomática mais próxima costuma ser a Missão Permanente junto à ONU em Nova York ou a Embaixada em Paris.

Para vistos de negócios, estudos ou residência, o processo não deve ser deixado para o aeroporto. É necessário iniciar o trâmite consular através dessas representações diplomáticas no exterior antes do embarque, exigindo cartas-convite validadas e exames médicos.

Resumo Prático para o Viajante

  • Visto: Na chegada (VoA) para turismo (45 dias).
  • Custo: Oficialmente 30 Euros, mas leve 50 Euros em espécie.
  • Vacina: Febre Amarela (CIVP) é obrigatória.
  • Passaporte: Válido por 6 meses com no mínimo 2 páginas em branco.
  • Moeda: Leve Euros (fácil troca pelo Franco Comoriano).
  • Seguro: Altamente recomendado devido ao risco de evacuação.
  • Taxa de Saída: Esteja preparado para uma eventual taxa extra de 10 a 20 Euros na saída.

Conclusão

Visitar a Comores é um privilégio para poucos, reservado aos viajantes que respeitam a natureza e a cultura local. Com a documentação correta e a preparação financeira adequada, a burocracia de entrada torna-se apenas um detalhe passageiro.

A Mundial Vistos é especialista em desatar nós burocráticos para destinos exóticos. Se você precisa de ajuda para revisar seus documentos, emitir o seguro viagem essencial ou planejar uma estadia de longa duração, nossa equipe está à disposição. Viaje com a segurança de quem tem especialistas cuidando de tudo.

Perguntas Frequentes

Brasileiros precisam de visto para a Comores?

Sim, brasileiros precisam de visto. Para turismo, ele é emitido na chegada (Visa on Arrival) no aeroporto, válido por 45 dias. Em 2025, devido à instabilidade das plataformas digitais locais, não é recomendado o uso de e-Visas, sendo o Visto na Chegada o método oficial e seguro.

Qual o valor da taxa do visto para Comores?

A taxa oficial para o visto de turismo de 45 dias é de 30 Euros. No entanto, recomenda-se portar 50 Euros em espécie para cobrir eventuais taxas administrativas ou variações cambiais, já que cartões frequentemente não são aceitos.

É obrigatória a vacina de Febre Amarela para entrar na Comores?

Sim. Como o Brasil é considerado área de risco, o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) contra Febre Amarela é exigido na imigração.

Existe Embaixada da Comores no Brasil?

Não. A Comores não possuem embaixada residente no Brasil. As representações mais próximas ficam em Nova York (Missão na ONU) ou Paris.

Qual a moeda aceita para pagar o visto?

A moeda local é o Franco Comoriano (KMF), mas o Euro é amplamente aceito e preferido para a taxa de visto devido à taxa de câmbio fixa.

Quantas páginas em branco meu passaporte precisa ter para entrar na Comores?

Seu passaporte deve ter no mínimo duas páginas em branco para a aposição dos carimbos de entrada e saída, além do selo do visto.

Existe taxa de saída do aeroporto na Comores?

Sim, alguns aeroportos na Comores podem cobrar uma Taxa de Saída (Departure Tax) em espécie, geralmente entre 10 e 20 Euros, após o check-in, caso não esteja incluída no bilhete aéreo.

Dicas e Atrações Turísticas

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É fundamental planejar sua viagem internacional com máxima antecedência para garantir uma experiência tranquila e sem contratempos. Certifique-se de estar a par das exigências vitais e dos documentos necessários para o seu destino. Dependendo do país, pode ser imprescindível apresentar certificados de vacinação atualizados, um seguro de viagem internacional robusto, e outros requisitos essenciais. Lembre-se, as regulamentações são dinâmicas e podem sofrer alterações inesperadas.
Portanto, manter-se informado é mais do que uma recomendação — é uma necessidade.

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