Pelo Mundo
BOLÍVIA
Brasileiros que viajam a turismo, negócios ou estudos não necessitam de visto para permanência de até 90 dias.

 

Certificado internacional de vacina contra febre amarela é exigido independentemente do motivo da viagem.

 

O Brasileiro poderá entrar no País com a cédula de identidade (RG emitido pela SSP do seu Estado, com no máximo 10 anos de emissão e em ótimo estado de conservação), ou o passaporte com validade mínima de seis meses da data de início da viagem. A Mundial Vistos recomenda sempre o uso do passaporte para viagens internacionais.

 

Sobre o Tratado Mercosul (devo viajar com o meu RG?):

É importante saber que carteira de motorista ou carteira funcional não tem a mesma validade que a carteira de identidade (RG). Na hora de viajar pelo Mercosul, só vale o RG original! Uma vantagem do acordo que reconhece a validade do documento de identidade em países do Mercosul é que você pode apresentar o passaporte no aeroporto e, ao chegar ao País, poderá guardá-lo e transitar apenas com o documento de identidade caso precise durante o seu passeio turístico.

É IMPORTANTE ressaltar que embora seja permitido conhecer os países integrantes e associados do Mercosul apenas com o documento de identidade, ele é mais questionável que um passaporte dentro do seu prazo de validade. Afinal, as leis desse acordo são mais rigorosas com data de emissão, foto, assinatura e conservação do documento.

Conheça mais sobre o tratado Mercosul acessando o link oficial do Governo Brasileiro: http://www.brasil.gov.br/turismo/2012/04/mercosul-com-rg

 

 

Visto a Negócios

  Passaporte com validade mínima de seis meses
  Cópia das páginas 01,02 e 03 do passaporte
  1 formulário preenchido e assinado
  1 foto 3x4 colorida e recente
  Carta da empresa do Brasil + carta convite
  Atestado de antecedentes criminais
  Cópia da Passagem aérea ida e volta
  Certificado de vacina de febre amarela internacional.

 

Informações Especiais:

Entrar conduzindo por via terrestre é difícil e desaconselhável. Deve-se ter especial cuidado, portanto, ao cruzar a fronteira. A Embaixada do Brasil e os Consulados recebem periodicamente cidadãos brasileiros que solicitam auxílio para a liberação de seus veículos apreendidos sob acusação de entrada ilegal no país. Todos alegam que, ao entrar no território boliviano, não encontraram na fronteira autoridades da “Aduana Nacional de Bolivia”, as únicas habilitadas a emitir a “Declaración Jurada de Ingreso y Salida de Vehículos de Uso Privado”, documento que dá direito a transitar com o veículo estrangeiro no país. Alegam ainda que os agentes da “Policía Nacional” presentes na fronteira dizem que não há necessidade de tal documento e que os brasileiros podem circular livremente até a cidade de Santa Cruz de la Sierra, onde devem solicitar, no escritório da “Aduana Nacional de Bolivia”, a permissão para trafegar por todo o território boliviano.

Nos postos policiais do trajeto Puerto Suárez - Santa Cruz de la Sierra, os condutores continuam a ser informados de que em Santa Cruz de La Sierra o problema poderá ser resolvido, e os policiais permitem a passagem do veículo, desde que o condutor pague taxas diversas. Ao chegar em Santa Cruz de la Sierra, o veículo é frequentemente retido sob a acusação de entrada ilegal no país. Conforme previsto em lei local, a pena para tráfego de automóvel com placa estrangeira sem permissão da “Aduana Nacional de Bolivia” é o perdimento do veículo, isto é, seu confisco pelo governo boliviano, sem indenização.